Tinha 3 meses de vida, mas derrotou um cancro incurável

Tinha 3 meses de vida, mas derrotou um cancro incurável

Judy Perkins de 52 anos tinha um cancro da mama em fase terminal. Os médicos deram-lhe três meses de vida, mas a mulher sobreviveu.

Judy Perkins teve um cancro de mama, aos 37 anos. Foi submetida a várias tratamentos e ficou curada. Quinze dias depois, em 2013, descobriu que tinha cancro novamente, mas desta vez com metástases.

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A mulher foi submetida a sete tipos de tratamentos de quimioterapia, mas mesmo assim o tumor não parava de crescer. Os médicos chegaram a dar-lhe apenas três meses de vida. Mas o cenário mudou quando Judy ouviu falar sobre um tratamento experimental no Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.

Contactou a equipa, submeteu-se à terapia e em menos de quatro semanas já não havia rasto do tumor nem das suas metástases.

Tratamento pioneiro salva mulher

Os especialistas utilizaram uma técnica chamada transferência de células adotivas. Esta consiste na extração do tumor da mama, neste caso, e determinam quais as células T (que fazem parte do sistema imunitário) capazes de reconhecer as células malignas.

Essas células foram recolhidas do organismo de Judy para serem multiplicadas em laboratório e, mais tarde, injetadas novamente. Ao todo, mais de 90 mil milhões de células voltaram a entrar no corpo de Judy.

Este tipo de tratamento já tinha sido usado com sucesso em pacientes com cancro no intestino, no colo do útero e no fígado, mas nunca em cancro de mama. Judy Perkins representa o sucesso deste tratamento e mantém-se até hoje em remissão.

«Sei que o cancro pode voltar amanhã», admite Judy, ao The Washington Post.

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Texto: Redação WIN - Conteúdos Digitais

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