MNE da UE reúnem-se para discutir Rússia e trocar primeiras impressões com Antony Blinken

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) reúnem-se hoje presencialmente para discutir as relações do bloco com a Rússia, e para trocar as primeiras impressões com o novo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.

MNE da UE reúnem-se para discutir Rússia e trocar primeiras impressões com Antony Blinken

MNE da UE reúnem-se para discutir Rússia e trocar primeiras impressões com Antony Blinken

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) reúnem-se hoje presencialmente para discutir as relações do bloco com a Rússia, e para trocar as primeiras impressões com o novo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.

Na reunião, em que Portugal será representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, os chefes da diplomacia europeia irão ter uma “discussão estratégica” sobre a Rússia, tendo o Alto Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Josep Borrell, informado que irá apresentar “propostas concretas” para lidar com a Rússia, incluindo a introdução de novas sanções.

A cimeira será também a primeira oportunidade que os chefes da diplomacia europeia terão para interagir com o recém-empossado secretário de Estado americano, Antony Blinken, numa conversa por videoconferência que deverá durar duas horas e que abordará vários temas, entre os quais a China, a Rússia, o acordo nuclear com o Irão, e a importância do multilateralismo.

Os ministros voltarão também a discutir a situação em Hong Kong, procurando encontrar “medidas imediatas” e de “médio prazo” para responder à “deterioração da situação” na região, incluindo através da “coordenação com países com ideias semelhantes”.

Haverá ainda tempo para que os ministros abordem pela primeira vez a Bússola Estratégica da UE, um dossiê que tem estado na mesa dos ministros de Defesa da UE, mas que será pela primeira vez analisado pelos chefes da diplomacia europeia.

Os ministros irão ainda abordar “assuntos correntes”, entre os quais o golpe de Estado no Myanmar (Birmânia), a situação na Bielorrússia e na Venezuela, e a cimeira do G5 Sahel, que teve lugar na passada segunda e terça-feira.

TEYA // EL

By Impala News / Lusa

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