Ministro do Interior francês pede reforço da segurança após atentado de hoje

O ministro do Interior francês pediu reforço da segurança junto de esquadras da polícia e da guarda nacional após o ataque de hoje em Rambouillet, Paris, onde um tunisino degolou uma funcionária da polícia antes de ser morto.

Ministro do Interior francês pede reforço da segurança após atentado de hoje

Ministro do Interior francês pede reforço da segurança após atentado de hoje

O ministro do Interior francês pediu reforço da segurança junto de esquadras da polícia e da guarda nacional após o ataque de hoje em Rambouillet, Paris, onde um tunisino degolou uma funcionária da polícia antes de ser morto.

Gerald Darmanian exortou os responsáveis provinciais a “reforçarem a vigilância e as medidas de segurança nas imediações das esquadras da polícia e das brigadas da guarda nacional, em particular quando se tratar de receber pessoas”, segundo um telegrama envidado pelo gabinete do ministro do Interior e divulgado pela agência noticiosa AFP.

Numa reação através da rede social Twitter, o Presidente francês, Emmanuel Macron, assegurou que o país não vai ceder “em nada no combate ao terrorismo”, na sequência do ataque do tunisino, que segundo fonte próxima do inquérito e citada pela AFP gritou ‘Allah Akbar’ (Deus é grande).

“Ela era polícia. Stéphanie foi morta na sua esquadra em Rambouillet, em terras já mortíferas de Yvelines”, acrescentou o chefe de Estado, numa alusão ao assassínio do professor Samuel Paty, em 2020, e de dois polícias, em 2016, no mesmo departamento da região parisiense, a 45 quilómetros da capital.

Previamente, o procurador antiterrorista de França anunciou que se vai ocupar do inquérito sobre o ataque do tunisino, e que foi abatido a tiro no local.

Em paralelo, e numa primeira reação no local do atentado, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, considerou que “a República acaba de perder uma das suas heroínas do quotidiano, num gesto bárbaro e de uma infinita cobardia”.

A polícia identificou o agressor como um tunisino de 36 anos, desconhecido das autoridades francesas e que estava em território francês de forma ilegal.

Este ataque coincide com as medidas do Governo do Presidente Emmanuel Macron sobre o reforço da segurança das polícias, que consideram estar submetidos a crescentes perigos devido ao aumento da criminalidade.

Macron poderá confrontar-se com a líder de extrema-direita Marine Le Pen nas eleições presidenciais de 2022, onde tentará garantir um segundo mandato.

PCR // EL

By Impala News / Lusa

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