Metro de Kiev paralisado após nova vaga de ataques russos

O metro de Kiev vai ficar paralisado durante todo o dia de hoje, devido a cortes de energia resultantes de mais uma série de bombardeamentos russos ao início da manhã.

Metro de Kiev paralisado após nova vaga de ataques russos

Metro de Kiev paralisado após nova vaga de ataques russos

O metro de Kiev vai ficar paralisado durante todo o dia de hoje, devido a cortes de energia resultantes de mais uma série de bombardeamentos russos ao início da manhã.

“Devido a danos no sistema de energia e a cortes de energia de emergência, o metro não funcionará até ao final do dia”, anunciaram as autoridades da capital ucraniana, na rede social Telegram.

A Ucrânia sofreu na manhã de hoje novos ataques de mísseis russos que causaram cortes de água em Kiev e de energia em todo o país.

Segundo relatos iniciais, pelo menos duas pessoas morreram após um ataque que atingiu um prédio residencial em Kryvyi Rig, segundo o governador regional; uma outra pessoa foi morta por fogo de artilharia contra uma área residencial em Kherson, uma cidade recapturada em novembro pelas forças ucranianas.

Segundo as autoridades ucranianas, cerca de 40 mísseis russos atingiram a capital, 37 dos quais foram abatidos pela defesa antiaérea.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

RJP // PDF

By Impala News / Lusa

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