Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança

Meia centena de estudantes universitários iluminaram o céu sobre a Alameda da Universidade, em Lisboa, num protesto simbólico por mais segurança nas imediações das faculdades.

Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança

Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança

Meia centena de estudantes universitários iluminaram o céu sobre a Alameda da Universidade, em Lisboa, num protesto simbólico por mais segurança nas imediações das faculdades.

A falta de iluminação na zona da Cidade Universitária é uma das principais preocupações dos estudantes, que se manifestaram em silêncio e de lanterna na mão, numa ação simbólica que pretendeu “Iluminar o Campus”.

Filipe Gomes, presidente da Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, uma das 12 associações organizadoras do protesto, disse à Lusa que a insegurança nas imediações das faculdades é uma situação que dura há muito tempo e que é preciso encontrar uma solução depressa, junto das reitorias e da Câmara Municipal de Lisboa.

“É uma demonstração de que os alunos estão disponíveis para falar com a Reitoria, para falar com a Câmara Municipal de Lisboa, para falar com a Polícia, para que em conjunto consigamos resolver o problema de uma forma rápida e eficaz”, disse.

Além do reforço da iluminação, os estudantes pedem também maior policiamento e a criação de uma linha de contacto mais direta com as autoridades, que facilite a denúncia de crimes por parte das vítimas, e de uma comissão de avaliação do plano de segurança da Cidade Universitária.

Hélder Semedo, aluno na Faculdade de Direito, contou à Lusa que os assaltos, o assédio e a prostituição são problemas frequentes nas imediações das faculdades e Filipe Gomes acrescentou que esses casos muitas vezes não são denunciados, porque não existem mecanismos eficazes para o fazer.

O protesto, que durou alguns minutos, realizou-se duas semanas depois da morte de um jovem de 24 anos na sequência de um assalto junto ao campus da Faculdade de Ciências e, apesar de não relacionar a ação com o sucedido, Filipe Gonçalves disse que esse foi o culminar da insegurança que os estudantes têm vivido.

MYCA // JMR

By Impala News / Lusa

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