Matou os dois filhos e suicidou-se numa linha de comboio

Um pai matou os dois filhos e suicidou-se em seguida. A morte das crianças deixou a comunidade de Getafe, próxima de Madrid, Espanha, em choque.

Matou os dois filhos e suicidou-se numa linha de comboio

Um pai matou os dois filhos e suicidou-se em seguida. A morte das crianças deixou a comunidade de Getafe, próxima de Madrid, Espanha, em choque.

Um pai matou os dois filhos e suicidou-se em seguida. A morte das crianças deixou a comunidade de Getafe, próxima de Madrid, Espanha, em choque.

José Alberto Gálvez, de 46 anos, ateou fogo à vivenda e trancou as portas interiores e exteriores. Impossibilitou, assim, qualquer hipótese de fuga de Alejandro, de 13 anos, e de Marina, de oito.

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Não se sabe, nesta altura, se as crianças estavam ou não mortas quando se deu o incêndio. José Alberto Gálvez e a mãe das crianças, Raquel, de 45 anos, estavam em processo de divórcio, mas sem histórico de maus-tratos.

Os vizinhos do ex-casal afirmaram mesmo nunca ter ouvido qualquer discussão enquanto viveram juntos, na casa onde se deu a tragédia. Raquel ainda não foi ouvida pela polícia, por se encontrar sedada e em «estado de choque» num hospital da capital espanhola, Madrid.

Sabe-se apenas que Alejandro, um menino com paralisia cerebral, e a irmã tinham passado o dia com o pai e regressariam a casa da progenitora para dormir.

Não se sabe ainda se o homem matou os dois filhos antes de atear fogo à casa

Depois de matar os filhos, José Alberto Gálvez conduziu até à estação de Cercanías, na zona de Getafe Industrial, e lançou-se à linha de comboio, tendo tido morte imediata.

A polícia encontrou uma carta na roupa, onde José reconhece ter assassinado os filhos e só depois ter ateado o fogo à casa, informação que só será confirmada após a autópsia às crianças.

As autoridades policiais acreditam que na origem do crime esteve a «vontade de se vingar da esposa, por esta ter pedido o divórcio». Os vizinhos descrevem o homicida como «pai exemplar, sempre colado ao filho por causa dos problemas que tinha».

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«Nunca se separava do menino e a mãe também fazia parte de uma associação de apoio a crianças com necessidades especiais. Estamos em choque, não faz sentido», afirmou uma moradora da zona.

A Junta de Getafe decretou três dias de luto oficial, que começaram esta terça-feira, 23 de março, e suspendeu os atos oficiais programados. Foi também convocada uma concentração para prestar homenagem aos dois irmãos mortos.

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