Mata grávida para retirar-lhe bebé do ventre e acaba por ser mãe na prisão

Mulher que matou uma jovem para lhe retirar o bebé do ventre engravidou após o crime e teve um filho na prisão.

Mata grávida para retirar-lhe bebé do ventre e acaba por ser mãe na prisão

Mulher que matou uma jovem para lhe retirar o bebé do ventre engravidou após o crime e teve um filho na prisão.

A mulher condenada por matar Marlene Ochoa, de 19 anos, deu à luz um filho na cadeia. Desiree Figueroa e a mãe, Clarissa Figueroa, cometeram o crime em março deste ano e o caso chocou o mundo. Uma jovem grávida, na fase final da gestação, foi atraída para uma armadilha com o objetivo de lhe tirarem o bebé ainda por nascer. A forma sangrenta como foi assassinada ultrapassou as fronteiras dos Estados Unidos da América e o caso foi comentado pela imprensa dos quatro cantos do mundo.

A Polícia da cidade de Chicago (EUA) encontrou o corpo de Marlene nos fundos da casa de Clarissa. A vítima de 19 anos teve o bebé arrancado de ventre após ser assassinada. Uma vizinha, que pediu para não ser identificada, informou, na altura do crime, o jornal local Chicago Sun Times de que Clarissa Figueroa contava que estava grávida e dizia que sua gestação era um «milagre».

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Comportamento da falsa grávida levantou suspeitas, pois continuou a fumar e a consumir álcool

No dia 23 de abril, data do desaparecimento de Marlene, a moradora viu Clarissa na varanda da casa a embalar um bebé numa toalha antes de entrar para uma ambulância. Clarissa alegava, segundo a vizinha, que o bebé nascera espontaneamente. Ainda segundo a vizinha, havia sangue nas mãos e na camisa de Clarissa, mas as pernas e os calções estavam limpos.

Após esse dia, Clarissa trocou mensagens de texto com a vizinha durante alguns dias, mas depois interrompeu o contato. O comportamento extravagante de Clarissa durante sua falsa gestação levantou suspeitas noutros vizinhos, que afirmam que a mulher continuou a fumar cigarros e a consumir bebidas alcoólicas no período em que dizia estar grávida. Membros do grupo Help a Sister Out contaram que também estranharam algumas publicações de Clarissa Figueroa nas redes sociais.

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Vítima foi estrangulada e, após a morte, o bebé foi-lhe retirado do útero

Foi justamente naquele grupo de partilha de experiências que a criminosa entrou em contato com Marlene, para oferecer-lhe um carrinho e roupas de bebé. No seu último dia de vida, a vítima foi a casa da detida para ir buscar as ofertas. No local, foi estrangulada e, após a morte, o bebé foi-lhe retirado do útero. O bebé sobreviveu. A primeira imagem do menino ao lado do pai, Yovanny Jadiel, emocionou o mundo. Contudo, os danos cerebrais provocados pela morte da mãe antes do parto foram demasiado extensos.

O bebé faleceu meses depois, nos cuidados intensivos do hospital. Na semana passada, o departamento da Polícia de Cook informou a comunicação social de que Desiree, que cometeu o crime juntamente com a mãe Clarissa, teve um filho na cadeia. «Saiu da prisão para ter o filho e regressou após o parto. Irá cumprir a pena de prisão perpétua», explicaram as autoridades policiais.

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