Mãe que violou filha de três anos com um cano agredida na cadeia

Mulher confessou ter matado a própria filha, num crime que foi considerado dos mais sórdidos do Brasil. A jovem foi espancada pelas outras prisioneiras.

Mãe que violou filha de três anos com um cano agredida na cadeia

Mãe que violou filha de três anos com um cano agredida na cadeia

Mulher confessou ter matado a própria filha, num crime que foi considerado dos mais sórdidos do Brasil. A jovem foi espancada pelas outras prisioneiras.

Em outubro de 2019, a população do Brasil ficou chocada com um crime cometido sobre uma menina de apenas três anos. A mãe da menor, Deilandia dos Santos Assunção, de 19 anos, foi presa e confessou ter matado e violado a filha, na localidade de Porto Velho. Segundo apuraram as autoridades policiais, a mulher «introduziu um cano no órgão genital da filha e partiu-lhe as duas pernas». Quando Deilandia dos Santos Assunção percebeu que a menina já não respirava, ligou para a Polícia. Contou que estava a ingerir bebidas alcoólicas e que, quando chegou a casa, levou a filha para o quarto, onde a torturou e violou. Contudo, disse estar «convencida» de que «estava com outra pessoa» desde a tarde de quarta-feira, 16 de fevereiro, e que havia deixado a criança com a tia.

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Mãe da criança cometeu «um dos crimes mais sórdidos e chocantes de que há memória no Brasil»

A avó materna da vítima prestou declarações à Polícia no dia do crime. Disse ter «estranhado» que a filha tivesse levado a neta para o quarto e que tivesse mandado a avó para casa. «Ela pedia-me sempre para dormir com a menina quando saía à noite e achei estranho. Mas nunca me passaria pela cabeça que iria fazer mal à filha. O meu coração está duplamente partido», disse. Deilandia dos Santos Assunção escreveu uma carta da cadeia, onde se dizia arrependida do que tinha feito. Reiterou, porém, não se lembrar do crime. Nada disso foi suficiente para demover a ira das outras detidas. Foi violentamente espancada esta semana e encontra-se internada com o maxilar partido, bem como um braço. Na altura dos factos, as autoridades policiais brasileiras consideraram a morte da menor como «um dos crimes mais sórdidos e chocantes de que há memória no Brasil».

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