Mãe que envenenou 7 vezes o filho vê pena ser agravada

Patrícia Ribeiro, a mãe que tentou matar o filho de sete anos, envenenando-o com clorofórmio, já foi condenada três vezes a três penas distintas.

Mãe que envenenou 7 vezes o filho vê pena ser agravada

Mãe que envenenou 7 vezes o filho vê pena ser agravada

Patrícia Ribeiro, a mãe que tentou matar o filho de sete anos, envenenando-o com clorofórmio, já foi condenada três vezes a três penas distintas.

Patrícia Ribeiro, a mãe que tentou matar o filho de sete anos, envenenando-o com clorofórmio, já foi condenada três vezes a três penas distintas. A última decisão, do Supremo Tribunal de Justiça, reverte as benesses aplicadas à bombeira, de 30 anos, pelo Tribunal da Relação de Lisboa. Agora, a arguida tem 13 anos de prisão pela frente e as indemnizações a pagar ao menino e ao ex-companheiro, 300 mil ao primeiro e 25 mil ao segundo.

A primeira condenação data de 20 de julho de 2020. A mulher foi condenada a 17 anos de prisão e ao pagamento das indemnizações. Ficaram provados sete crimes de homicídio, na forma tentada, contra o próprio filho. Inconformada, apresentou recurso na Relação de Lisboa, tendo os juízes desembargadores considerado que a pena era “algo exagerada” e que o tribunal ignorou o quadro psicológico da mulher. Por isso, decidiram por 10 anos de cadeia, absolvendo-a de pagar a indemnização ao pai da criança e reduzindo em 100 mil euros o valor a entregar ao menino.

Criança piorava sempre que mãe o visitava

Agora, o Supremo considera que, “atentas as fortes exigências de prevenção especial, a pena de 13 anos de prisão é a adequada, necessária e proporcional”. O acórdão salienta ainda que procurou “uma pena que de algum modo permita uma recuperação social”. Patrícia foi detida pela PJ a 28 de junho de 2019 após a equipa médica que cuidava do menino no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, ter notado que o estado de saúde da criança piorava, inexplicavelmente, sempre que era visitada pela mãe.

Confrontada pelos peritos de saúde, após mais de uma administração de clorofórmio ao filho, a arguida, que vivia em Óbidos, chegou a dizer que era “soro abençoado“.

LEIA AINDA
Bombeira morre atropelada ao prestar auxílio a vítimas de acidente
Bombeira morre atropelada ao prestar auxílio a vítimas de acidente
Catarina Pedro, bombeira da corporação de Carnaxide, de 31 anos, morreu neste sábado, 3 de julho, depois de tentar auxiliar duas pessoas que tinham sofrido um acidente na A5. (… continue a ler aqui)

Impala Instagram


RELACIONADOS