Condenada a prisão perpétua por matar as duas filhas bebés

Louise Porton, de 23 anos, matou as duas filhas bebés para poderem fazer a sua vida sexual à vontade

Condenada a prisão perpétua por matar as duas filhas bebés

Condenada a prisão perpétua por matar as duas filhas bebés

Louise Porton, de 23 anos, matou as duas filhas bebés para poderem fazer a sua vida sexual à vontade

Louise Porton foi condenada esta sexta-feira, 2 de agosto, em Birmingham, Inglaterra, a prisão perpétua, com uma pena mínima de 32 anos, por ter matado as duas filhas bebés, Lexi Draper, de 3 anos, e Scarlett Vaughan, de 17 meses. O crime ocorreu no ano passado e as menores morreram com 18 dias de diferença. «Eram crianças inocentes que deveriam confiar na mãe para serem protegidas e nutridas», disse o juiz durante a leitura da sentença. «Em vez disso, a senhora matou-as.»

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Mãe asfixia as filhas para poder fazer a sua vida sexual à vontade

As menores morreram por asfixia, e a mais nova foi ainda estrangulada. A suspeita realizou várias pesquisas na internet antes do crime, sobre se se «morria realmente quando se tem o nariz tapado e a boca coberta com fita adesiva». Depois de matar as filhas, Louise Porton ligou para o número de emergência. Os socorristas estranharam a ausência de preocupação da mãe, que tinha acabado de perder as duas bebés.

Durante a investigação, as autoridades descobriram que a mulher, dias depois da morte das meninas, aceitou 41 pedidos de amizade num site de encontros. A jovem, que não tem historial de problemas mentais, matou as filhas a fim de poder ter uma vida sexual despreocupada, sentenciou o tribunal. Por sua vez, a arguida negou sempre os crimes e disse que não sabe o que causou a morte das filhas. «Elas nunca foram um inconveniente para mim e eu adaptei o meu estilo de vida em prol delas», afirmou durante as alegações finais.

À saída do tribunal, um agente da Polícia de Warwickshire afirmou ao The Sun que «estes foram assassinatos premeditados e os quais Porton não demonstrou nenhum remorso. A duração da sentença reflete isso». «Não contente em matar uma das filhas, Louise Porton fez exatamente o mesmo com a outra bebé, poucos dias depois», concluiu o polícia.

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