Mãe e padrasto assassinam bebé de 2 anos de forma brutal

Menino de dois anos foi assassinado pela mãe e pelo padrasto. Miguel Ángel foi espancado e morreu com lesões graves no cérebro, na mandíbula e nos membros inferiores.

Mãe e padrasto assassinam bebé de 2 anos de forma brutal

Menino de dois anos foi assassinado pela mãe e pelo padrasto. Miguel Ángel foi espancado e morreu com lesões graves no cérebro, na mandíbula e nos membros inferiores.

Um bebé de dois anos assassinado pela mãe e pelo padrasto. Miguel Ángel foi espancado e morreu com lesões graves no cérebro, mandíbula e membros inferiores. O caso chocante teve lugar na cidade de Medellín, na Colômbia.

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O bebé foi levado para um hospital pela mãe, mas chegou à unidade hospitalar já sem vida. Os médicos concluíram rapidamente tratar-se de um caso de maus-tratos, mas a mãe negou ter feito mal ao filho. Na primeira versão que contou do ocorrido, afirmou que a criança tinha deixado de respirar sem razão aparente e que a tinha levado ao hospital mal percebeu que algo de errado se passava.

Autópsia revelou que o bebé estava morto há já várias horas

Contudo, a autópsia revelou que o menino já estava morto há, «pelo menos, cinco horas» quando chegou à unidade hospitalar. Daniela Giraldo Sierra, a mãe do bebé, e Mateo Sepúlveda, o padrasto, foram detidos e acusados de tortura e assassinato. Aguardam julgamento em prisão preventiva. Um grupo de vizinhos reuniu-se em frente à casa da vítima antes da chegada das autoridades e tentou fazer justiça com as próprias mãos. O caso ganhou proporções mais chocantes quando a Polícia divulgou que o padrasto, de 21 anos, era também suspeito de agressões sexuais.

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«Trata-se de uma catástrofe. Quando percebemos o que aquele menino sofreu nas mãos das pessoas que o deviam proteger… Nós não o pudemos ajudar porque nunca suspeitámos de nada. Eram pessoas que aparentavam ser normais e que tratavam bem o menino na rua», contou uma moradora. Porém, as autoridades policias estão a investigar todos os vizinhos e querem averiguar se, efetivamente, ninguém sabia dos maus-tratos infligidos ao bebé. A comunidade organizou uma vigília de homenagem a Miguel Ángel, onde todos compareceram com roupa branca, velas e balões.

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