Mãe espanca filhos até à morte e enterra-os perto de casa

Mãe espanca filhos até à morte e enterra-os perto de casa

Os filhos tinham três anos e seis meses. A mãe e o pai das vítimas são os principais suspeitos deste caso que está a chocar Espanha

María Gombau, de 27 anos, é a principal suspeita do homicídio dos seus dois filhos, Amiel, de 3 anos, e Rachel, de seis meses. Quem denunciou a mulher espanhola foi o próprio marido Gabríel Carvajal, de 32 anos, que foi encontrado na rua perto da residência da família com a cara arranhada esta quinta-feira, dia 14 de março. «Não se preocupem, já estão mortos», afirmou, na altura, o homem de nacionalidade belga que disse às autoridades que María tinha afogado os filhos numa piscina com a intenção de os ressuscitar. Momentos depois, a progenitora das vítimas foi encontrada num bidão a poucos metros de onde o marido tinha sido interpelado pelas autoridades.

Seguidamente, os progenitores foram levados para a esquadra mais próxima. Durante o primeiro interrogatório, a mãe confessou ter matado os filhos e enterrado os seus corpos. A Guardia Civil acabou por encontrar, no mesmo dia, os corpos das duas crianças a cerca de 50 metros da habitação da família, em Moncada, na região de Valência. De acordo com os resultados das autopsias divulgados esta sexta-feira, os corpos dos irmãos apresentavam várias fracturas nos crânios. Estas agressões foram realizadas antes de ambos terem morrido, destacam ainda os exames.

María Gombau foi, entretanto, levada para para um centro hospitalar para ser avaliada psicologicamente e ser determinada a sua capacidade de prestar declarações em tribunal. O pai continua detido pela suspeita de ter estado também envolvido no assassinato dos dois filhos.

Segundo a imprensa espanhola, o casal consumia drogas e defendia crenças anarquistas. Marís e Gabríel já tinham sido denunciados às autoridades por diversas razões. Em 2011, a jovem foi detida por ter agredido um agente policial durante um protesto. Mais recentemente, foi a própria família quem fez queixa do casal. Uma das queixas foi feita à polícia, que chegou a dirigir-se à residência da María e Gabríel. Outra das queixas realizadas por familiares foi feita através de uma linha de apoio a menores. Esta denuncia foi a que levou as autoridades a encontrarem o casal na rua após o homicídio dos filhos. Ambas as denuncias alegavam que os menores podiam estar em perigo sobre a guarda dos progenitores.

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