Luso-canadiano 14 anos preso por violar 2 estrangeiras no Algarve

Um cidadão luso-canadiano, detido em há cerca de ano e meio, foi agora condenado por raptar, agredir e violar uma mulher brasileira e outra inglesa no Algarve.

Luso-canadiano 14 anos preso por violar 2 estrangeiras no Algarve

Luso-canadiano 14 anos preso por violar 2 estrangeiras no Algarve

Um cidadão luso-canadiano, detido em há cerca de ano e meio, foi agora condenado por raptar, agredir e violar uma mulher brasileira e outra inglesa no Algarve.

O luso-canadiano Donald Fernandes, de 36 anos, detido em janeiro de 2020 e acusado de raptar, violar, agredir e ameaçar matar duas mulheres, uma brasileira e uma inglesa, no Algarve, foi condenado nesta quarta-feira, 7 de julho, a 14 anos de prisão. A condenação deve-se a dois crimes de rapto agravado, seis de violação, dois de ameaça agravada e dois de ofensa à integridade física. Terá ainda de pagar dez mil euros a cada vítima, uma mulher brasileira e outra inglesa.

O tribunal aceitou as provas de que o homem manteve as vítimas em cativeiro numa casa em Boliqueime, Loulé, nos meses de maio e de junho de 2019. Tratou-as “de forma desumana e degradante” e “provou-as da sua liberdade”, sujeitando-as “a atos de violência física e psíquica”. No julgamento, o luso-canadiano alegou que as duas mulheres tinham combinado incriminá-lo. O coletivo de juízes, contudo, considerou que o argumento “não fazia sentido” e que, por isso era “não credível”.

Luso-canadiano conheceu as vítimas em casas noturnas e prometeu-lhes emprego

As descrições das mulheres, ouvidas na altura posterior ao factos para memória futura, foram consideradas “coincidentes em muitos pontos”, tendo-se demonstrado que não se conheciam. A juiz-presidente, considerou que os relatos das vítimas “batem certo” e que encaixavam “como peças de um puzzle”, permitindo dar os crimes como provados. Aludindo às testemunhas de defesa, Ana Lúcia Cruz considerou terem sido levadas a tribunal como “cortina de fumo”, com “histórias extremamente frágeis e desenquadradas para tornar as raparigas em mentirosas”. O agora condenado terá conhecido as vítimas em casas noturnas e iludiu-as com promessas de emprego. Soltaram-se e conseguiram fugir.

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