Jovem de 17 anos foge de instituição para casa dos pais

Após passar por várias instituições, a adolescente fugiu e voltou para casa dos pais. A mãe diz que assistentes sociais mentiram sobre consumo de drogas.

Jovem de 17 anos foge de instituição para casa dos pais

Jovem de 17 anos foge de instituição para casa dos pais

Após passar por várias instituições, a adolescente fugiu e voltou para casa dos pais. A mãe diz que assistentes sociais mentiram sobre consumo de drogas.

Filipa Pinto, de 17 anos, tal como as suas três irmãs, foi retirada à família ainda bebé. Depois de passar por várias instituições, a adolescente fugiu da Misericórdia de Resende para a casa da família, na aldeia de Barcos, Tabuaço. Na quarta-feira, militares da GNR, munidos de um mandado de detenção e de encaminhamento para instituição social, tentaram, sem sucesso, levar a menor. “Eu não quero voltar para nenhuma instituição. Quero ficar com os meus pais. Fui maltratada. Numa das instituições, a minha mãe foi-me ver e eu, que estava ao colo de uma funcionária, acenei-lhe. A funcionária bateu-me e acabei por ficar de castigado no quarto escuro, conta a menor ao CM.

Mãe desmente consumo de álcool e drogas

 A mãe, Anabela Pinto, garante que tentou várias vezes reaver a guarda das filhas, o que sempre lhe foi negado. “As assistentes sociais tiraram-me as meninas com base em mentiras [relacionadas com o consumo de álcool e drogas]. Pedi e fiquei à disposição para testes que o comprovem, mas nunca os fizeram”, atira em tom de lamento. Os pais vivem do trabalho do campo, numa casa sem condições. Não pedem dinheiro, pedem apenas ajuda para arranjar o espaço. O objetivo é garantir que a habitação possa um dia acolher as filhas, de quem foram afastados.

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