Jovem condenado a prisão perpétua por decapitar colega de turma

A polícia encontrou o corpo da vítima num banco de frente para o rio Merrimack, em Massachusetts, sem mãos e sem cabeça.

Jovem condenado a prisão perpétua por decapitar colega de turma

Jovem condenado a prisão perpétua por decapitar colega de turma

A polícia encontrou o corpo da vítima num banco de frente para o rio Merrimack, em Massachusetts, sem mãos e sem cabeça.

Mathew Borges, de 18 anos, foi considerado, em maio passado, culpado da morte do colega de turma Lee Viloria-Paulino. Esta terça-feira, 9 de julho, o jovem foi condenado a prisão perpétua por ter matado, mutilado e decapitado Viloria-Paulino.

O caso remonta a 2016. A vítima foi vista pela última vez em novembro desse ano. Um mês depois de ter sido dado como desaparecido, as autoridades encontraram o corpo do jovem num banco junto ao rio Merrimack, em Massachusetts, Estados Unidos, sem mãos e sem a cabeça.

Quando cometeu o crime, Mathew Borges tinha 15 anos e Lee Viloria-Paulino 16 anos. A acusação defende que o homicídio foi premeditado e que os ciúmes que Borges tinha do colega, por este ter estado com a sua namorada, ditaram o crime.

Mãe da vítima dirige mensagem ao juiz

Antes da leitura da sentença, a mãe de Viloria-Paulino disse, entre lágrimas, que «Borges não deveria ter a oportunidade de matar novamente». «Todos os dias lutamos com o facto de lhe tiraram a vida muito cedo.» A sala de audiências encheu-se de amigos e familiares da vítima, que vestiam uma camisola preta com a fotografia do mesmo.

Arguido é condenado a perpétua mas pode sair em liberdade condicional

Durante a leitura da sentença, Borges não quis falar nem mostrou qualquer expressão. Apesar de ter sido condenado a prisão perpétua, torna-se elegível para liberdade condicional ao fim de 30 anos de pena cumprida. Mathew Borges pode sair em liberdade condicional quando tiver 48 anos. Isto porque o estado de Massachusetts considera institucional um jovem condenado a prisão perpétua não ter a possibilidade de liberdade condicional.

A defesa do arguido, Edward Hayden, alegou que Borges era «criança na época do assassinato e que tem possibilidade para se redimir». «Ele não é irremediavelmente depravado. Há esperança para a sua redenção. Ele pode mudar.»

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