Jovem aponta arma à cabeça da professora

Um jovem de 16 anos foi detido depois de apontar uma arma à professora. O caso ocorreu num Liceu de Créteil, França, no passado dia 18 de outubro.

Jovem aponta arma à cabeça da professora

Jovem aponta arma à cabeça da professora

Um jovem de 16 anos foi detido depois de apontar uma arma à professora. O caso ocorreu num Liceu de Créteil, França, no passado dia 18 de outubro.

O vídeo foi filmado por colegas e partilhado nas redes sociais. Mostra o jovem aluno a apontar uma pistola de pressão de ar à cabeça da professora, enquanto lhe pede para que retire a falta de presença. Também é possível ver um outro rapaz, alegado dono da arma, a fazer gestos nas costas da professora. Os estudantes foram presos e o caso continua a ser seguido pela polícia judiciária.

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Segundo o órgão de comunicação social France 2, a professora está a ser acompanhada por um psicólogo. Encontra-se de baixa médica, devido à exposição do caso em redes sociais como o Twitter. o acontecimento tomou grandes proporções, levando muitas figuras políticas a comentar o sucedido, tendo destaque a publicação do presidente de França, Emmanuel Macron, partilhada nas redes sociais. «Ameaçar um professor é inaceitável. Solicitei ao ministro da Educação e ao ministro do Interior que tomem todas as medidas para garantir que estes factos sejam punidos e definitivamente proibidos nas nossas escolas», afirma.

Jovem ameaça professora | Agressões a docentes em Portugal

Este é, cada vez mais, um tema recorrente na sociedade internacional e também nacional. De acordo com a Associação Nacional de Professores (ANP), no passado ano letivo, foram registados 22 casos de agressões físicas ou psicológicas a docentes por parte de alunos, encarregados de educação e pais.

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Este ano, registaram-se 17, mas o vice-presidente da ANP, Manuel Oliveira, acredita que muitas das situações não são reportadas. Numa entrevista ao DN, o dirigente afirma que «os números de agressões conhecidos serão inferiores ao real». «Há casos de professores que não comunicam nem pedem ajuda. Sofrem em silêncio. E sofrem muito», lamenta.

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