Interpol lança apelo para capturar oito homicidas de mulheres

A organização internacional de cooperação policial Interpol lança apelo mundial para tentar capturar oito fugitivos procurados por crimes contra mulheres, a propósito do dia internacional de luta contra esse tipo de violência que hoje se assinala.

Interpol lança apelo para capturar oito homicidas de mulheres

Interpol lança apelo para capturar oito homicidas de mulheres

A organização internacional de cooperação policial Interpol lança apelo mundial para tentar capturar oito fugitivos procurados por crimes contra mulheres, a propósito do dia internacional de luta contra esse tipo de violência que hoje se assinala.

A organização internacional de cooperação policial Interpol lançou hoje um apelo mundial para tentar capturar oito fugitivos procurados por crimes contra mulheres, a propósito do dia internacional de luta contra esse tipo de violência que hoje se assinala. Este apelo público, que é muito raro por parte da organização, sediada em Lyon (França), tem como alvo oito pessoas já sujeitas a “avisos vermelhos”, ou seja, ordens de detenção para extradição emitidos pela Interpol por pedido dos seus países-membros.

LEIA DEPOIS
Antigo árbitro mata jovem com facada no coração

Quatro desses homens são acusados de terem assassinado as mulheres ou ex-companheiras

Entre esses homens procurados na Rússia, Dinamarca, Noruega, Ucrânia, Brasil, Chipre e Estados Unidos, quatro são acusados de terem assassinado as suas mulheres ou ex-companheiras, três de terem matado outras mulheres e um de agressões sexuais. Na lista dos procurados conta-se Nuran Musaev, de 37 anos, procurado na Rússia pelo “homicídio agravado” de duas mulheres, e Panayiotis Netzati, de 44 anos, acusado no Chipre pelo sequestro, violação e homicídio de uma mulher.

A Unidade de Apoio à Procura de Fugitivos da Interpol, que coordena a investigação, será responsável por processar as informações recebidas do público e encaminhá-las para as unidades da Interpol nos países em questão. “A violência contra mulheres e meninas é uma das violações mais comuns e persistentes dos direitos humanos”, disse o secretário-geral da Interpol, Jürgen Stock, a propósito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que hoje se assinala. Segundo a ONU, 87 mil mulheres foram mortas em todo o mundo durante 2017, mais da metade das quais pelos seus cônjuges, parceiros ou familiares.

LEIA MAIS
Previsão do tempo para esta segunda-feira, 25 de novembro
Irlandês declara-se culpado no caso dos 39 mortos encontrados em camião

Impala Instagram


RELACIONADOS