Homem vai beber para bares depois de matar mulher a murro em Albufeira

Agressões fatais aconteceram durante discussão, em Albufeira. O homicida tem problemas de alcoolismo e escondeu o corpo em casa por dois dias, depois de tê-la matado a murro.

Homem vai beber para bares depois de matar mulher a murro em Albufeira

Homem vai beber para bares depois de matar mulher a murro em Albufeira

Agressões fatais aconteceram durante discussão, em Albufeira. O homicida tem problemas de alcoolismo e escondeu o corpo em casa por dois dias, depois de tê-la matado a murro.

O corpo da vítima foi encontrado estendido no chão, rodeado de vidros de garrafas e fezes. Foi assim que as autoridades de Albufeira encontraram o cenário do crime, a habitação de um de nacionalidade sueca. A mulher de 44 anos estaria morta há 48 horas e o suspeito do crime é o próprio companheiro, também de 44 anos. A vítima foi agredida violenta e mortalmente agredida na cabeça. Durante o tempo em que escondeu o cadáver da mulher, o homem, já detido pela Diretoria do Sul da Polícia Judiciária, frequentou vários bares na cidade e consumiu consideráveis doses de bebifdas alcoólicas.

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Homicida foi à GNR de Albufeira comunicar a morte da vítima

O casal sueco vivia numa moradia avaliada em mais de 400 mil euros, mas em condições de extrema precariedade. Não existia água canalizada nem eletricidade e, ao que tudo indica, uma violenta discussão levou às agressões físicas fatais. Jasmina Löfgren terá sido espancada pelo companheiro, Carl Christian Löfgren. «As graves lesões cranioencefálicas provocadas acabariam por vir a determinar a morte» da mulher, revela fonte judiciária. O corpo foi descoberto apenas no dia 5 deste mês, depois de Carl e do pai se terem dirigido à GNR de Albufeira e informarem os militares de que Jasmina estava morta, confirmação entretanto feita pelos bombeiros e pelo INEM, no local.

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Corpo de Jasmina apresentava sinais inequívocos de violência, na face e no crânio

O corpo apresentava sinais inequívocos de violência, na face e no crânio. A investigação entretanto assumida pela PJ determinou que a morte tinha ocorrido dois dias antes, na sequência das agressões. O alegado homicida continuou a viver na casa, com o cadáver. Deixava frequentemente a habitação para consumir bebidas alcoólicas. Foi detido entretanto por «fortes indícios da prática do crime de ofensa à integridade física qualificada, agravada pelo resultado de morte», confirmam agentes da Polícia Judiciária.

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