Google descobre mãe que abusava da filha e mostrava-a nua na internet

Google alertou Polícia Judiciária acerca de partilha de conteúdos ilícitos a partir de uma casa em Amarante. Quando confrontada pelas autoridades, mãe da vítima disse que era prática comum desde que a menina tinha 9 anos.

Google descobre mãe que abusava da filha e mostrava-a nua na internet

Google descobre mãe que abusava da filha e mostrava-a nua na internet

Google alertou Polícia Judiciária acerca de partilha de conteúdos ilícitos a partir de uma casa em Amarante. Quando confrontada pelas autoridades, mãe da vítima disse que era prática comum desde que a menina tinha 9 anos.

A Google, gigante multinacional de serviços online, alertou a Polícia Judiciária (PJ) de que estavam a ser partilhados conteúdos ilícitos envolvendo uma menor de idade a partir de uma residência em Amarante.

Foram partilhadas várias imagens de uma criança em poses eróticas, havendo ainda centenas de fotografias e vídeos da menor junto de uma mulher adulta, em que ambas trocavam carícias sexuais. .

Após o alerta, a Polícia Judiciária partiu de imediato para o local e deparou-se com uma situação insólita. Afinal, a agressora era a própria mãe da menina, que era também a mulher que aparecia nos vídeos. Quando confrontada com os crimes, disse aos inspetores que era prática comum há já quatro anos, desde que a filha tinha nove, e que as imagens eram partilhadas com, pelo menos, um amigo. Explicou que o fazia porque se excitava sexualmente com este tipo de situação, adiantando que gostava de manter contactos sexuais com a filha.

A criança, hoje com 13 anos, não tinha noção da violência, mas sempre foi obrigada a deixar-se fotografar. A mãe garantiu-lhe que era normal e que só cresceria se mantivesse este tipo de comportamentos sexuais com ela.

A suspeita, de apenas 29 anos e sem qualquer profissão, foi ouvida esta terça-feira, 19 de janeiro, no Tribunal de Penafiel, tendo sido indiciada pelos crimes de pornografia de menores e abuso sexual de crianças. Ficou em prisão preventiva por decisão do juiz.

Tal como escreve o Correio da Manhã, a menina deverá ficar em casa de familiares. Vivia sozinha com a mãe, não existindo figura paterna no agregado familiar. Será ouvida para memória futura, para que não tenha de ir responder e recordar os crimes em fase de julgamento.

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