Funcionários do Pingo Doce detidos tinham 400 mil euros em casa

Quatro funcionários do Pingo Doce foram esta quarta-feira detidos na zona da Grande Lisboa por corrupção passiva e ativa e também por branqueamento de capitais.

Funcionários do Pingo Doce detidos tinham 400 mil euros em casa

Funcionários do Pingo Doce detidos tinham 400 mil euros em casa

Quatro funcionários do Pingo Doce foram esta quarta-feira detidos na zona da Grande Lisboa por corrupção passiva e ativa e também por branqueamento de capitais.

Quatro funcionários, três homens e uma mulher, entre os 40 e os 65 anos, foram detidos, esta quarta-feira, pela Polícia Judiciária por corrupção passiva e ativa e também por branqueamento de capitais no local onde trabalhavam, o Pingo Doce. Segundo a TVI avança, tratam-se de altos funcionários desta cadeia de supermercados.

Segundo adianta a PJ em comunicado, durante a Operação Rappel, desencadeada na zona da Grande Lisboa, foram realizadas 18 buscas, apreendidas várias viaturas de gama alta, diversos documentos, material informático, outro material relacionado com a prática da atividade criminosa e ainda cerca de 400 mil euros em dinheiro.

As suspeitas de crime foram denunciadas pela empresa privada, empregadora de alguns dos detidos, que, de acordo com a PJ, «colaborou amplamente» com a investigação a cargo da sua Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC). A TVI indica que dois dos suspeitos são funcionários que terão recebido mais de um milhão de euros em subornos de uma empresa de fornecimento à qual era dada prioridade para a compra de peixe fresco para os supermercados Pingo Doce .

Além destes quatro detidos, seis outros funcionários da Jerónimo Martins foram constituídos arguidos. O caso aconteceu na plataforma logística da Azambuja, confirmou a Jerónimo Martins, que detém o Pingo Doce, em comunicado. «As alegadas práticas terão sido levadas a cabo em benefício próprio dos autores e em grave prejuízo da empresa.»

LEIA MAIS

Acidente no Porto provoca ferimentos em grávida

Crianças albinas em Moçambique são «amplamente discriminadas e estigmatizadas»

Impala Instagram


RELACIONADOS