FC Porto confirma a constituição como arguidos dos seus seis administradores

FC Porto confirma a constituição como arguidos dos seus seis administradores

O FC Porto confirmou, em comunicado, a constituição como arguidos dos seus seis administradores, aos quais foi imputado o crime de ofensa a pessoa coletiva, na sequência de uma queixa do Benfica.

No comunicado, o clube ‘azul e branco’ refere que “nem ao presidente do Conselho de Administração da FC Porto — Futebol, SAD, Jorge Nuno Pinto da Costa, nem a qualquer outro dos seus administradores foi imputada a participação em qualquer ato de acesso ilegítimo à correspondência eletrónica do SL Benfica ou de divulgação pública dessa correspondência”.

O mesmo comunicado acrescenta que Diogo Faria, funcionário do departamento de informação e comunicação do clube, também foi constituído arguido, tendo-lhe sido imputados os crimes de ofensa a pessoa coletiva e violação de correspondência, “exatamente os mesmos crimes imputados há uns meses a Francisco J. Marques, diretor de informação e comunicação do FC Porto”.

“A ninguém do FC Porto ou com ele relacionado foi imputada a suspeita de roubo dos ‘e-mails’ do SL Benfica ou de acesso ilegítimo à correspondência eletrónica do SL Benfica”, acrescenta a nota, salientando um esclarecimento prestado ao final da tarde de hoje pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

Neste esclarecimento, o DCIAP refere que “este caso nada tem a ver com o chamado processo dos ‘e-mails’, em que se investigam, entre outros crimes, atos de corrupção”.

O DCIAP informou hoje que constituiu sete arguidos no processo que teve origem numa queixa do Benfica e sobre o qual foi também hoje ouvido o presidente do FC Porto, Pinto da Costa.

“No âmbito de inquérito que teve origem numa queixa apresentada pelo Sport Lisboa e Benfica, foram, hoje, constituídos e interrogados sete arguidos. Estes arguidos encontram-se indiciados pela prática do crime de ofensa a pessoa coletiva, estando, ainda, um deles indiciado pela prática crime de violação de correspondência”, indica uma nota publicada na página na internet do DCIAP, sem mencionar o nome dos arguidos.

O DCIAP esclareceu ainda que este inquérito “é distinto do designado ‘caso dos e-mails’, no qual se investigam crimes de corrupção e, como já foi tornado público, tem um arguido constituído”.

VR/JGS // SR

By Impala News / Lusa

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