Ex-líder da Juve Leo foi à Academia falar com Jorge Jesus e tem «consciência tranquila»

A oitava sessão do julgamento da invasão à Academia de Alcochete decorre esta terça-feira, 3 de dezembro.

Ex-líder da Juve Leo foi à Academia falar com Jorge Jesus e tem «consciência tranquila»

Ex-líder da Juve Leo foi à Academia falar com Jorge Jesus e tem «consciência tranquila»

A oitava sessão do julgamento da invasão à Academia de Alcochete decorre esta terça-feira, 3 de dezembro.

Na oitava sessão do julgamento da invasão à Academia de Alcochete, no dia 15 de maio, Fernando Mendes falou aos jornalistas à entrada do tribunal e afirmou estar de «consciência tranquila». O ex-líder da Juventude Leonina refere que «quem não deve não teme» e diz que no dia do ataque esteve no local para terminar uma conversa com Jorge Jesus, treinador do clube à data.

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«Na altura da minha liderança dizia que ia lá [à Academia] e as pessoas tomavam nota e confirmavam ao telefone a autorização. E não precisávamos de identificação nem de autorização à porta. Penso que o método [à época do ataque] seria a mesma situação», disse Fernando Mendes, citado pela TVI24.

Fernando Mendes refere que Jorge Jesus sabia da sua ida a Alcochete. «Já tinha dito no aeroporto [da Madeira]. Quando houve aquela situação de falar com Jorge Jesus, eu disse: ‘Então Mister, nós continuamos a conversa depois, falo consigo lá na nossa casa», afirma. 
Esta segunda-feira, 2 de dezembro, Ricardo Gonçalves, antigo coordenador de segurança da Academia, testemunhou e recordou a reunião de Bruno de Carvalho com o staff um dia antes do ataque, onde perguntou «se estavam com ele acontecesse o que acontecesse». Após o fim do depoimento de Ricardo Gonçalves, esta terça-feira, é Manuel Fernandes, coordenador de scouting quem testemunha.

Advogado de Bruno de Carvalho repreendido por juíza

Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho, insistiu em referir-se a Frederico Varandas durante o julgamento, e a juíza Sílvia Pires não deixou passar em branco. «Faça perguntas. E não tente satisfazer os egos de alguns», disse a juíza. A defesa de Bruno de Carvalho ia insistindo que o então médico do Sporting, hoje presidente, estava a rir-se após o ataque. «Não me interessa o Dr. Varandas. Vamos a factos», rematou a presidente do coletivo.

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