Euromilionário gasta 109 mil euros por semana até morrer

Colin Weir ganhou um dos maiores prémios de sempre do Euromilhões. Até ao momento da morte, euromilionário gastava 109 mil euros por semana.

Euromilionário gasta 109 mil euros por semana até morrer

Euromilionário gasta 109 mil euros por semana até morrer

Colin Weir ganhou um dos maiores prémios de sempre do Euromilhões. Até ao momento da morte, euromilionário gastava 109 mil euros por semana.

Um dos maiores prémios da história do EuroMilhões foi entregue em 2011. Foi nesse ano que Colin Weir, bem como a mulher, Christine, se transformou num euromilionário, vendo a conta bancária aumentar em qualquer coisa como 176 milhões de euros, resultantes de um jackpot. Na altura era mesmo o maior prémio que o concurso oferecia. Nove anos depois, mantém-se como o segundo maior prémio que alguém ganhou.

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Colin Weir morreu em dezembro de 2019 e sabe-se agora que gastou uma verdadeira fortuna até ao momento da morte. De acordo com o Daily Record, o euromilionário gastava qualquer coisa como 109 mil euros por semana. O que faz com que a fortuna renha reduzido 45 milhões de euros em oito anos. “Gastar 45 milhões de euros em oito anos exige algum esforço”, refere à publicação um especialista em finanças.

Festa de despedida do euromilionário custou mais de um milhão de euros

Entre os gastos do antigo operador de imagem da STV estão diversas viatura e o investimento no Partick Thistle, o clube escocês do seu coração. Além disto, partilhou parte da fortuna com os amigos, com fundos de solidariedade e com os dois filhos do casal: Carly, de 32 anos e Jamie, de 30.

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Olhando para os gastos com amigos, destaca-se uma festa de despedida, realizada semanas depois da sua morte. Este evento custou mais de um milhão de euros. Os convidados jantaram lagosta, comeram sopa de trufas com um preço de 46 euros o prato. Tendo o jantar sido regado com garrafas de champanhe com um custo unitário de 371 euros.

Colin Weir comprou 55% do clube do seu coração para devolver o emblema aos adeptos

O testamento de Colin mostra que no momento da sua morte repentina – devido a sépsis e uma lesão renal aguda – era dono de mobília, joias e obras de arte avaliadas em mais de 231 mil euros. Já na garagem tinha uma coleção de carros com um valor de 101 mil euros. Um mês antes de morrer comprou ainda 55% do Partick Thistle de modo a devolver o clube aos fãs, deixando o futuro do emblema de Glasgow nas mãos da comunidade.

Ao longo de vários anos que Colin lidava com um vasto leque de problemas de saúde. Quanto ao casamento, o casal tinha assinado os papéis do divórcio no verão de 2018, colocando um ponto final num casamento de 38 anos. Desde então que vivia numa casa de cinco quartos, avaliada em 1,2 milhões de euros e situada em Ayr. Tinha cedido à ex-mulher a mansão de 3,8 milhões de euros. Adeptos de corridas de cavalos, era também dono de três puro-sangue.

Texto: Bruno Seruca; Foto: DR

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