Diana Fialho pede divórcio na cadeia

Diana Fialho diz que foi o marido, Iuri Mata, que matou a mãe e diz ter sido obrigada pela Polícia Judiciária a assinar uma confissão.

Diana Fialho pede divórcio na cadeia

Diana Fialho diz que foi o marido, Iuri Mata, que matou a mãe e diz ter sido obrigada pela Polícia Judiciária a assinar uma confissão.

Diana Fialho pede divórcio na cadeia e diz que foi o marido, Iuri Mata, que matou a mãe. A filha adotiva da professora do Montijo quer afastar-se do companheiro, que contou pormenorizadamente o crime às autoridades. À revista Maria, por carta, Diana confirma que o casamento acabou.

Iuri Mata é acusado de matar a sogra em conluio com a mulher, Diana Fialho. O suspeito descreveu à Polícia Judiciária a forma como mataram Maria Amélia Fialho e diz-se «aliviado» por poder contar a verdade.

Segundo o Correio da Manhã, o marido de Diana Fialho revelou que a companheira se queixava de estar farta da mãe. «A Diana disse-me: ‘Não aguento mais viver com a minha mãe. Vamos ter de pesquisar na internet maneiras de nos livrarmos dela’», avança o suspeito à mesma publicação.

Iuri Mata avança ainda que a mulher nunca mostrou arrependimento. «A primeira pancada do martelo na cabeça da Maria Amélia fui eu que dei. (…) Ainda pensei que tinha conseguido matá-la, mas a Diana disse: ‘Ainda está viva, continua a bater’», recorda Iuri Mata. A dada altura, Iuri perdeu a coragem: «Não fui capaz de voltar a bater com o martelo. Fiquei sem reação e ela tirou-me o martelo da mão e deu-lhe várias marteladas na cabeça. Parecia frustrada com a mãe».

A versão de Diana Fialho vem agora contradizer a de Iuri. A filha da professora garante, em sede de instrução, que é tudo mentira e que apenas ajudou o marido na ocultação do cadáver. No entanto, a jovem tinha confessado, anteriormente, às autoridades, estar envolvida na morte da mãe adotiva. Agora diz que foi obrigada pela PJ a assinar uma confissão.

O corpo da professora do Montijo foi encontrado num descampado em Pegões Velhos, a 40 quilómetros do Montijo. O corpo estava carbonizado e apenas se identificavam «os ossos da coluna, a caveira e um pé», recorda Manuel Caseiro, proprietário do terreno onde foi encontrado o corpo de Maria Amélia.

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