Criança de 11 anos mata padrasto para defender mãe e irmão

Menor disferiu duas facadas quando o irmão, de 15 anos, estava a ser enforcado pelo padrasto. Confessou o crime às autoridades policiais.

Criança de 11 anos mata padrasto para defender mãe e irmão

Criança de 11 anos mata padrasto para defender mãe e irmão

Menor disferiu duas facadas quando o irmão, de 15 anos, estava a ser enforcado pelo padrasto. Confessou o crime às autoridades policiais.

Rivanildo de Alencar Tamborim, de 43 anos, foi assassinado com duas facadas pelo enteado, criança de 11 anos. O menor confessou o crime à Polícia de Campinas, São Paulo, no Brasil. Às autoridades policiais explicou que o irmão, de 15 anos, estava a ser enforcado pelo padrasto por tentar defender a mãe de uma brutal agressão, na cozinha da habitação. O menor pegou numa faca e disferiu dois golpes fatais. Segundo depoimento da mãe da criança, o marido, com quem vivia há dois anos, já tinha histórico de violência doméstica

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Criança estava no andar de baixo da casa quando ouviu «gritos e bofetadas»

Na noite de segunda-feira, dia 10 de fevereiro, Rivanildo chegou a casa e não aceitou ter sido chamado à atenção por não ter pagado as contas da luz e da água. Reagiu com violência e começou a agredir a mulher. A criança estava no andar de baixo da casa quando ouviu «gritos e bofetadas». Ficou «apavorada quando percebeu que o irmão estava a ser enforcado», lê-se no relatório policial. Para tentar salvar o irmão, de 15 anos, e sem conseguir sair de casa porque o padrasto tinha escondido as chaves e o comando da garagem, foi à cozinha, pegou numa faca e perfurou duas vezes o pescoço do padrasto.

Menor foi libertado e ficará sob a custódia da mãe

Uma criança de seis anos dormia num dos quartos da residência e não se apercebeu de nada. O pré-adolescente contou à Polícia que sempre presenciou discussões e agressões, mas que um outro irmão, de 19 anos, que há pouco tempo tinha ido viver com a namorada, era quem ajudava a mãe e a defendia. Mesmo tendo confessado o crime, o menor foi libertado e ficará sob a custódia da mãe. «Agora, vamos procurar ajuda psicológica para ele», diz Maria Helena, tia-avó das crianças.

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