Covid-19: Mais de 400 mil idosos receberam segunda dose de reforço

Mais de 400 mil pessoas com 80 ou mais anos e os residentes de lares de idosos elegíveis já receberam a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Covid-19: Mais de 400 mil idosos receberam segunda dose de reforço

Covid-19: Mais de 400 mil idosos receberam segunda dose de reforço

Mais de 400 mil pessoas com 80 ou mais anos e os residentes de lares de idosos elegíveis já receberam a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“De acordo com os dados registados até ao final do dia de ontem [terça-feira], já tinham sido vacinadas cerca de 407 mil pessoas, tendo sido já visitadas todas as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) elegíveis”, adiantou a DGS em comunicado.

Além dos residentes em lares, a administração da segunda dose de reforço, que se iniciou em 16 de maio, abrange pessoas com 80 ou mais anos que têm sido convocadas através de mensagem SMS ou chamada telefónica e por agendamento central, estando também disponível a modalidade de `casa aberta´.

Segundo a DGS, estão simultaneamente a ser convocadas as pessoas que ainda não fizeram a primeira dose de reforço e que se encontram elegíveis para a receber.

A população elegível para esta segunda dose deve ser vacinada com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou o diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2, ou seja, este reforço abrange também as pessoas que recuperaram da infeção.

Recentemente, a DGS e o Ministério da Saúde anunciaram que a próxima campanha de vacinação do outono e inverno prevê a coadministração das vacinas contra a gripe e covid-19 em idosos, pessoas com mais de 18 anos com doenças graves, profissionais de saúde e utentes de lares e cuidados continuados.

Entre setembro e dezembro, serão vacinados os residentes em lares e na rede de cuidados continuados integrados, as pessoas com mais de 65 anos, os maiores de 18 anos que tenham doenças crónicas como insuficiência cardíaca, doença pulmonar grave, doença neuromuscular grave e insuficiência renal e os profissionais de saúde e dos lares de idosos.

PC // HB

By Impala News / Lusa

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