Covid-19: Mais 97 casos e quatro óbitos em Angola devido à pandemia

Angola registou 97 novos casos de covid-19, e mais quatro mortes, totalizando agora 189 óbitos, anunciou o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

Covid-19: Mais 97 casos e quatro óbitos em Angola devido à pandemia

Covid-19: Mais 97 casos e quatro óbitos em Angola devido à pandemia

Angola registou 97 novos casos de covid-19, e mais quatro mortes, totalizando agora 189 óbitos, anunciou o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

Nas últimas 24 horas, registaram-se quatro óbitos, dois de Luanda e dois da Huíla, um homem e três mulheres, de 42, 56, 57 e 80 anos.

Dois casos de infeção pelo novo coronavírus foram reportados em Benguela, dois no Cuanza Sul, dois na Huíla e 91 em Luanda, com idades entre 2 meses e 69 anos, sendo 52 de sexo masculino e 45 do feminino.

Foram também dadas como recuperadas 133 pessoas.

Angola regista um total de 5.211 casos, dos quais 189 óbitos, 2.215 considerados recuperados e 2.807 ativos, incluindo 15 doentes em estado crítico, 13 graves, 50 moderados, 125 leves e 2.604 assintomáticos.

Foram testadas 2.370 amostras, num total acumulado de 95.003 colheitas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 1.983 em Portugal, e mais de 34,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 36.372 mortos confirmados em mais de 1,4 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, Angola lidera em número de mortos e Moçambique em número de casos. Angola regista 189 mortos e 5.211 casos, seguindo-se a Guiné Equatorial (83 mortos e 5.045 casos), Moçambique (64 mortos e 8.979 casos), Cabo Verde (62 mortos e 6.205 casos), Guiné-Bissau (39 mortos e 2.362 casos) e São Tomé e Príncipe (15 mortos e 911 casos).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

RCR // LFS

Lusa/Fim

By Impala News / Lusa

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