Covid-19: Angola com mais três óbitos e 104 infeções que ultrapassam 13.000 casos

Angola registou mais 104 infeções pelo novo coronavírus, ultrapassando os 13 mil casos, e três mortes, nas últimas 24 horas, anunciou hoje o secretário de Estado angolano para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

Covid-19: Angola com mais três óbitos e 104 infeções que ultrapassam 13.000 casos

Covid-19: Angola com mais três óbitos e 104 infeções que ultrapassam 13.000 casos

Angola registou mais 104 infeções pelo novo coronavírus, ultrapassando os 13 mil casos, e três mortes, nas últimas 24 horas, anunciou hoje o secretário de Estado angolano para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

Dos novos casos, 43 foram notificados em Luanda, 24 na Huíla, 10 em Cabinda e mesmo número em Benguela, nove no Namibe, sete no Cuando Cubango e um no Cunene.

A doença foi diagnosticada em 66 pessoas de sexo masculino e 38 do sexo feminino, com idades de 1 a 64 anos.

Houve também registo de três mortes por covid-19, dois homens e uma mulher, de 54, 59 e 60 anos, todos de nacionalidade angolana.

Foram considerados recuperadas da doença mais 125 pessoas.

No total, foram já notificados 13.057 casos de covid-19 em Angola, dos quais 315 óbitos, 6.250 recuperados e 6.492 ativos, dos quais oito em estado crítico e 14 graves.

Foram processadas 183.533 amostras até à data, das quais 3.322 nas últimas 24 horas, com uma taxa diária de positividade de 3.1%.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.285.160 mortos em mais de 52,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 46.272 mortos confirmados em mais de 1,9 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

Angola regista 315 óbitos e 13.057 casos, seguindo-se Moçambique (104 mortos e 14.094 casos), Cabo Verde (102 mortos e 9.694 casos, Guiné Equatorial (85 mortos e 5.104 casos), Guiné-Bissau (43 mortos e 2.419 casos) e São Tomé e Príncipe (16 mortos e 962 casos).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

RCR // LFS

By Impala News / Lusa

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