Costa realça “grande consenso” da UE em parceria com África

O primeiro-ministro português, António Costa, realçou hoje o “grande consenso” que houve entre os líderes da União Europeia (UE) no desenvolvimento de uma “parceria estratégica” com África, após a reunião entre líderes dos 27.

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Costa realça “grande consenso” da UE em parceria com África

O primeiro-ministro português, António Costa, realçou hoje o “grande consenso” que houve entre os líderes da União Europeia (UE) no desenvolvimento de uma “parceria estratégica” com África, após a reunião entre líderes dos 27.

“Queria sublinhar o grande consenso que reuniu o objetivo do desenvolvimento de uma parceria estratégica com o continente africano”, referiu Costa, em conferência de imprensa, na embaixada de Portugal em Bruxelas, após a cimeira europeia.

O primeiro-ministro português sublinhou também que a parceria estratégica continuará a ser desenvolvida durante a presidência portuguesa do Conselho Europeu, que começa a 01 de janeiro.

“É uma parceria estratégica que vai ter uma maior consolidação na cimeira que a UE vai realizar com a União Africana [UA] durante a presidência alemã, e que terá seguramente de ser desenvolvida nas presidências seguintes, desde logo na presidência portuguesa”, afirmou o primeiro-ministro.

Costa realçou ainda que o continente africano é “um parceiro estratégico” da Europa.

“Por todas as razões e mais uma, África é, naturalmente, um parceiro estratégico da Europa, neste mundo global e no esforço comum de termos uma cooperação, um respeito dos interesses mútuos, e na importância que temos em todos contribuir para o desenvolvimento deste continente nosso vizinho”.

Os líderes dos 27, reunidos em Bruxelas para a cimeira que terminou hoje, discutiram a relação com o continente africano, tendo marcado, para dia 09 de dezembro, uma reunião com os líderes da União Africana (UA).

“Tivemos hoje um debate estratégico sobre África, de preparação do nosso encontro com os líderes da UA a 09 de dezembro”, referiu o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, na conferência de imprensa final da cimeira.

“Temos a convicção de que devemos desenvolver uma parceria também no financiamento, razão pela qual temos que debater também — nos locais adequados — a questão da dívida de países africanos e procuramos uma coerência nesta matéria”, salientou também Michel, destacando a necessidade de ajudar os países na luta contra a pandemia de covid-19.

TEYA/ACC (IG) // JH

By Impala News / Lusa

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