Criança morta mantida 5 dias em quarto de hospital para pais fazerem fotografias de família

Menina de seis anos faleceu na sequência de ataque cardíaco. Hospital aceita manter corpo para que família pudesse despedir-se e tirar fotografais às irmãs juntas.

Criança morta mantida 5 dias em quarto de hospital para pais fazerem fotografias de família

Menina de seis anos faleceu na sequência de ataque cardíaco. Hospital aceita manter corpo para que família pudesse despedir-se e tirar fotografais às irmãs juntas.

Darcy, de seis anos, nasceu com uma doença rara que a obrigou a cinco operações de coração aberto. Para além dos problemas cardíacos, a menor nasceu sem um osso do antebraço e sem um dedo numa mão. A criança pedia com frequência aos pais, Kristian D’Rosario, de 30 anos, e Emily Nixon, de 25, um irmão. O casal de Yorkshire, Inglaterra, acabou por ter uma filha. A menina nasceu prematura e esteve internada duas semanas. No regresso a casa, apenas partilhou um dia com a irmã. Logo após a chegada ao lar, Darcy sofreu um ataque cardíaco e perdeu a vida. Os pais da criança tiveram pouco tempo para partilhar com ambas as filhas. Sensível ao drama do casal, o hospital para onde Darcy foi encaminhada sugeriu manter o corpo uns dias e proporcionar uma despedida mais longa.

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O casal aceitou prontamente a proposta e manteve a filha no quarto, com condições climatéricas especiais, para poder tirar fotografias às irmãs, simulando momentos em que ambas dormiam. «Darcy queria tanto uma irmã que, no único dia em que a teve nos braços, queria ser a única a cuidar dela. Foi amor à primeira vista», conta a mãe das meninas. Quando perguntaram ao casal se queriam manter o corpo da filha mais um pouco, Kristian D’Rosario e Emily Nixon aceitaram, embora reticentes. Contudo, ambos confessam que a decisão ajudou a lidar com a morte da filha mais velha. «Enquanto ela ali esteve, foi como se estivesse a dormir, serena. Pudemos abraçá-la e dizer-lhe o quanto a amamos», conclui o casal. Para além das inúmeras fotografias tiradas, também fizeram moldes dos pés e das mãos, de forma a terem «o máximo possível de memórias para mostrarem à irmã quando crescer».

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