Homem que atirou criança de 5 anos de 3.º andar condenado a 19 anos de prisão

Criança sobreviveu por milagre. Intenção do suspeito era «provocar a morte à primeira pessoa que aparecesse». Foi condenado a 19 anos de cadeia.

Homem que atirou criança de 5 anos de 3.º andar condenado a 19 anos de prisão

Criança sobreviveu por milagre. Intenção do suspeito era «provocar a morte à primeira pessoa que aparecesse». Foi condenado a 19 anos de cadeia.

Emmanuel Aranda, de 24 anos, saiu de casa, no Minnesota, Estados Unidos da América com, segundo confessou, o objetivo de «provocar a morte à primeira pessoa que aparecesse». A tentativa de homicídio levou-o a ser condenado a uma pena de prisão efetiva. Dirigiu-se a um centro comercial e encontrou Landen Hoffman, menino de cinco anos, junto a uma varanda interna de um centro comercial, no terceiro piso. A criança estava com a mãe e uns amigos, que não conseguiram impedir o crime. Sem que nada o fizesse prever, Emmanuel atirou o menor. A vítima partiu vários ossos nos membros inferiores e superiores e passou meses internado

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Emmanuel Aranda condenado a 19 anos de cadeia e ao pagamento de cerca de um milhão de euros

Emmanuel Aranda «não parava de sorrir» depois de atirar a criança de cinco anos para o vazio

Emmanuel Aranda foi detido poucas horas após o crime. A sentença foi conhecida esta semana. Acabou condenado a 19 anos de cadeia efetiva e ao pagamento de cerca de um milhão de euros. «Por milagre, o meu filho não sofreu danos cerebrais e não perdeu a vida. Conseguiu recuperar após meses de sofrimento. Ainda está traumatizado com tudo o que passou. Ele e nós, pais. Não se entende como pode fazer-se tanto mal a uma criança. Esta sentença de 19 anos dá-nos um pouco de alívio, mas não é justa», reclamou a mãe do menino no final da leitura do acórdão.

«Os gritos do menino e da mãe ainda hoje me assombram. Foi uma situação de extrema violência»

Landen recuperou, embora tenha ficado com muitas cicatrizes nas pernas e nos braços

Testemunhas do crime proferiram declarações chocantes ao tribunal. «Os gritos do menino e da mãe ainda hoje me assombram. Foi uma situação de extrema violência. Foi mais chocante ainda porque, no meio daquele sofrimento todo, Emmanuel Aranda não parava de sorrir», recordou um segurança do shopping. Landen Hoffman conseguiu recuperar totalmente, embora tenha ficado com muitas cicatrizes nas pernas e nos braços.

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