Carteiro só entrega correspondência com escolta policial em bairro de Viseu

Episódios de agressões a carteiros levaram empresa a pedir escolta policial para o Bairro de Paradinha, em Viseu.

Carteiro só entrega correspondência com escolta policial em bairro de Viseu

Carteiro só entrega correspondência com escolta policial em bairro de Viseu

Episódios de agressões a carteiros levaram empresa a pedir escolta policial para o Bairro de Paradinha, em Viseu.

Os habitantes do Bairro de Paradinha, em Viseu, consideram “ser injusto” receberem correspondência somente duas vezes por semana e com o carteiro sempre escoltado por um agente da PSP. Querem que o serviço seja diário e acham ser desnecessária a presença policial. A escolta policial começou em 2011 após episódios de agressões a profissionais dos CTT. Desde então, todas as terças e quintas-feiras, o carteiro dirigi-se ao bairro acompanhamento por um elemento da PSP.

PSP diz que escolta é para manter até ordens em contrário

“Não fica bem para os moradores deste bairro. Há dez anos houve algumas situações que não foram muito bonitas, mas agora está tudo diferente”, explica Amadeu Canhoto, morador deste bairro “há mais de 20 anos”, em declarações ao mesmo jornal. Os moradores consideram que são “cidadãos como os outros” e, como tal, exigem receber o correio nos cinco dias úteis da semana. “Há dias enviaram uma carta ao meu marido para se apresentar na junta de freguesia no próprio dia. Isto não pode ser”, desabafa Maria Silva. Ainda assim, o subcomissário da PSP de Viseu garante que a escolta é para manter até ordens em contrário.

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