Carta de apresentação de jovem autista torna-se viral

Ryan Lowery, jovem autista de 20 anos, escreveu uma carta de apresentação e postou-a na plataforma LinkedIn. Até aqui, tudo normal.

Carta de apresentação de jovem autista torna-se viral

Carta de apresentação de jovem autista torna-se viral

Ryan Lowery, jovem autista de 20 anos, escreveu uma carta de apresentação e postou-a na plataforma LinkedIn. Até aqui, tudo normal.

Ryan Lowery, jovem autista de 20 anos, escreveu uma carta de apresentação e postou-a na plataforma LinkedIn. Até aqui, tudo normal. 

A verdade é que a carta – escrita inteiramente à mão – já foi vista por mais de sete milhões de pessoas. A genuinidade e honestidade de cada palavra ‘trataram’ de a tornar viral. O apelo de Ryan é simples: quer uma oportunidade para trabalhar.

Lowery começou por endereçar a carta ao seu “futuro empregador“. Destacou o seu “sentido de humor único” e o facto de ser “bom em matemática“. “Estou interessado num emprego em animação ou em TI [tecnologias da informação]”, escreve.

“Percebo que tenha [medo] de arriscar em mim, já que não aprendo como as pessoas ‘normais‘. Precisaria de um mentor para me ensinar, mas aprendo rapidamente. Percebo à primeira”, diz ainda.

“Prometo que se me contratar ficará feliz por ter feito isso”, acrescentou. “Vou comparecer todos os dias, fazer o que me disser para fazer e trabalhar no duro. Por favor, diga-me se gostaria de falar comigo sobre isso. Obrigado”, conclui.

Mais de duas mil conexões e dezenas de interessados

A carta foi um tremendo sucesso. O jovem recebeu mais de duas mil conexões e foi contactado por dezenas de profissionais do mundo da TI e da animação interessados em contar com os seus préstimos.

Para além disso, recebeu também recebeu ligações de empresas como a Microsoft, Amazon e Dell com programas de recrutamento orientados para a neurodiversidade

Lowery está igualmente em conversações com a Exceptional Minds, um estúdio sem fins lucrativos de pós-produção para pessoas com autismo. “Ryan é capaz de tanto”, disse o pai, Rob.

“O objetivo é que o Ryan consiga a sua independência. Ele pode viver na nossa casa para o resto da vida. Nós adoraríamos. Mas eu a Tracy [mãe] um dia vamos morrer e ele precisa de ser capaz de viver de forma independente”, explica.

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