Cão desaparecido há 10 meses encontrado a 100 km de casa

Scruffy, um cão que desapareceu há dez meses da zona de Cabeceiras de Basto, no Minho, foi encontrado a mais de 100 km.

Cão desaparecido há 10 meses encontrado a 100 km de casa

Cão desaparecido há 10 meses encontrado a 100 km de casa

Scruffy, um cão que desapareceu há dez meses da zona de Cabeceiras de Basto, no Minho, foi encontrado a mais de 100 km.

Scruffy, um cão que desapareceu há dez meses da zona de Cabeceiras de Basto, no Minho, foi encontrado a mais de 100 km, numa aldeia de Carrazeda de Ansiães, em Trás-os-Montes, onde alguém decidiu verificar se tinha chip. Ninguém sabe o que aconteceu ao animal durante o tempo em que esteve desaparecido e como fez o percurso até à aldeia do distrito de Bragança.

“A gente rezava todos os dias para que ele voltasse para casa”, contou à Lusa Tina Riley, a dona, que viu as preces atendidas na terça-feira à noite, quando uma senhora lhe ligou a perguntar se o cão era dela. A família quis viajar imediatamente de Cabeceiras de Basto para Carrazeda de Ansiães, mas já era tarde. O reencontro ocorreu na manhã seguinte, a mais de 100 km de casa.

Encontrado em parque de estacionamento

Foi o chip que permitiu o regresso a casa e, sobretudo, alguém ter-se lembrado de verificar se o animal tinha este dispositivo de identificação. Tina Riley vive num local isolado, próximo de Cabeceiras de Basto, e não sabe como é que o cão desapareceu da propriedade da família. Com o confinamento devido à pandemia de covid-19, muita gente passou a andar a pé naquela zona e o animal habituou-se a ir atrás das pessoas, como contou a dona à Lusa. Não sabe se se perdeu ou se foi levado por alguém, apenas que desde janeiro que o Scruffy estava desaparecido.

O cão está há sete anos com a família que o recolheu, em Castro Laboreiro, no distrito de Viana do Castelo, durante uma férias de verão, em que verificaram que dormia no estacionamento do hotel onde estavam hospedados. Decidiram levá-lo para casa e confirmaram que não tinha dono numa ida ao veterinário, que atestou a ausência de chip e lhe colocou o dispositivo com a informação da nova família. Mais tarde adotaram uma cadela, também abandonada, e “foi amor à primeira vista” entre os dois, segundo a dona, que fala na emoção do reencontro depois da ausência de dez meses.

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