Bolsonaro cita vítimas de reclusos ao ser questionado sobre massacre em prisão

Bolsonaro citou vítimas dos reclusos que estavam no Centro de Altamira, ao ser questionado sobre o massacre ocorrido naquela prisão esta segunda-feira e que causou 57 mortes.

Bolsonaro cita vítimas de reclusos ao ser questionado sobre massacre em prisão

Bolsonaro cita vítimas de reclusos ao ser questionado sobre massacre em prisão

Bolsonaro citou vítimas dos reclusos que estavam no Centro de Altamira, ao ser questionado sobre o massacre ocorrido naquela prisão esta segunda-feira e que causou 57 mortes.

São Paulo, 30 jul 2019 (Lusa) – O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, citou vítimas dos reclusos que estavam no Centro de Recuperação Regional de Altamira, no estado do Pará, ao ser questionado sobre o massacre ocorrido naquela prisão esta segunda-feira e que causou 57 mortes.

“Pergunta para as vítimas dos que morreram lá o que eles acham. Depois que eles responderem eu respondo a vocês”, disse Bolsonaro ao ser questionado por jornalistas que o esperavam na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília.

Esta foi a primeira vez que o chefe de Estado brasileiro comentou o motim que aconteceu na última segunda-feira, e deixou 57 mortos na prisão de Altamira (norte do Brasil), onde pelo menos 16 homens foram encontrados decapitados.

Segundo informações confirmadas pelas autoridades locais, a rebelião começou por volta das 07:00 (11:00 em Lisboa) quando começava a entrega do pequeno-almoço na prisão. Houve um tumulto e dois agentes prisionais chegaram a ser mantidos reféns.

Hoje o governo regional do estado do Pará informou que já transferiu 16 presos que estavam em Altamira e que são considerados líderes das facções criminosas rivais que provocaram o motim, alegadamente o Comando Classe A (CCA) e o Comando Vermelho (CV).

Após o massacre, o Gabinete de Gestão da Segurança Pública determinou a transferência imediata de 46 reclusos envolvidos no confronto.

Dez dos 16 presos identificados como líderes das fações criminosas envolvidas no motim vão para o regime federal, conforme negociações entre o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro da Justiça do Brasil, Sérgio Moro.

CYR // JH

By Impala News / Lusa

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