Bebé encontrado no lixo já está com a família de acolhimento

O bebé encontrado num caixote do lixo no início do mês, e que esteve até ontem internado na Maternidade Alfredo da Costa, já está com uma família de acolhimento, informou a Santa da Misericórdia de Lisboa.

Bebé encontrado no lixo já está com a família de acolhimento

Bebé encontrado no lixo já está com a família de acolhimento

O bebé encontrado num caixote do lixo no início do mês, e que esteve até ontem internado na Maternidade Alfredo da Costa, já está com uma família de acolhimento, informou a Santa da Misericórdia de Lisboa.

O bebé encontrado num caixote do lixo no início do mês, e que esteve até ontem internado na Maternidade Alfredo da Costa, já está com uma família de acolhimento, informou hoje a Santa da Misericórdia de Lisboa. A instituição refere numa nota enviada à Lusa que deu cumprimento à decisão do Tribunal de Família e Menores de Lisboa de confiar a criança aos cuidados de uma família de acolhimento.

Bebé saiu clinicamente bem

A bebé encontrado em Lisboa no dia 05 de novembro teve alta hospitalar da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) a meio da tarde de quinta-feira e “saiu clinicamente bem”, avançou à Lusa fonte do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central. Hoje, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que assegura o cumprimento da decisão, diz que como “determinado pelo Tribunal, o bebé foi, na sequência da alta clínica, confiado aos cuidados de uma família de acolhimento”.

Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República de quarta-feira, o juiz decidiu a favor da proposta do Ministério Público, “tendo determinado a substituição da medida de acolhimento residencial pela de acolhimento familiar, a título cautelar, a concretizar aquando da alta clínica da criança”. A mãe da criança, uma jovem sem-abrigo de 22 anos que abandonou o recém-nascido num caixote do lixo, no dia 05 de novembro, foi detida pela Polícia Judiciária (PJ) e está em prisão preventiva, indiciada da prática de homicídio qualificado na forma tentada (tentativa de homicídio qualificado).

Segundo a PJ, a mãe do recém-nascido agiu sozinha e nunca revelou a gravidez a ninguém, vivendo numa situação “muito precária na via pública”.

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