Avião de combate a incêndios estava a 25 metros de profundidade

O avião de combate a incêndios que teve um acidente na quarta-feira na zona de Trizio, concelho da Sertã, foi localizado hoje de manhã a 25 metros de profundidade, disse à Lusa fonte da proteção civil.

Avião de combate a incêndios estava a 25 metros de profundidade

Avião de combate a incêndios estava a 25 metros de profundidade

O avião de combate a incêndios que teve um acidente na quarta-feira na zona de Trizio, concelho da Sertã, foi localizado hoje de manhã a 25 metros de profundidade, disse à Lusa fonte da proteção civil.

A mesma fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) precisou que o avião foi localizado cerca das 08:17, estando a uma profundidade de 25 metros.

O avião anfíbio médio FireBoss, de indicativo operacional Alfa 8, do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, sofreu na quarta-feira à tarde “um acidente quando efetuava uma manobra de ‘scooping’ (recolha de água)” no Zêzere, na zona de Trizio.

“O alerta foi dado às 16:46, tendo sido acionados os meios de socorro, onde se incluiu um avião de reconhecimento e um helicóptero de reconhecimento, avaliação e coordenação ao serviço da ANEPC que de imediato reconheceram o local por forma identificar a localização do acidente”, referiu a proteção civil, em comunicado divulgado na quarta-feira.

O comunicado acrescenta que o piloto saiu ileso, existindo apenas registo de danos materiais.

A aeronave estava estacionada em Proença-a-Nova, distrito de Castelo Branco, e dirigia-se para o combate a um incêndio rural no concelho de Ansião, distrito de Leiria.

A ANEPC salienta que as causas do acidente serão apuradas pelas “entidades com competência em matéria de investigação de acidentes com aeronaves”.

Fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) disse à agência Lusa na quarta-feira que a entidade foi notificada do acidente, acrescentando que irá proceder à respetiva investigação.

Segundo fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), o piloto, “sem queixas”, tem 49 anos e recusou o transporte para uma unidade hospitalar.

 

 

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