Atacante de Londres esteve preso por terrorismo e usava pulseira eletrónica

Khan, que tinha um colete de explosivos falso, foi morto a tiro pela polícia depois de esfaquear sete pessoas – dos quais dois morreram.

Atacante de Londres esteve preso por terrorismo e usava pulseira eletrónica

Atacante de Londres esteve preso por terrorismo e usava pulseira eletrónica

Khan, que tinha um colete de explosivos falso, foi morto a tiro pela polícia depois de esfaquear sete pessoas – dos quais dois morreram.

Usman Khan, 28 anos, natural do Paquistão, é o responsável do ataque na ponte de Londres que provocou, esta sexta-feira, 29 de novembro, dois mortos e pelo menos cinco feridos. Khan, que tinha um colete de explosivos falso, foi morto a tiro pela polícia depois de esfaquear sete pessoas – dos quais dois morreram.

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Boris Johnson agradece aos serviços de emergência e civis que intervieram no ataque

Suspeito do ataque de Londres já tinha sido condenado por terrorismo

O suspeito vivia em Staffordshire, Stafford (Inglaterra) e já tinha sido condenado por crimes de terrorismo. Terá sido ainda condenado pela criação de uma unidade que se dedicava ao treino terrorista numa casa da sua família em Caxemira, Paquistão. Cumpriu seis anos de prisão e foi libertado em dezembro de 2018. Desde então que, segundo o The Times, usava uma pulseira eletrónica.

Usman Khan foi imobilizado por pessoas que se encontravam no local

A polícia está a investigar o caso como um ataque terrorista e estão em decurso diligências para apurar se existem outras pessoas envolvidas. «Vamos trabalhar tão rápido quanto possível para tentarmos compreender se há mais alguém envolvido», afirmou a comissária em declarações junto à sede da Scotland Yard.

Usman Khan foi imobilizado por pessoas que se encontravam na ponte até as autoridades chegarem. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, não deixou de saudar a coragem destes homens que já são apelidados de «heróis» nas redes sociais. «Quero agradecer aos serviços de emergência, que avançaram na direção do perigo, e aos civis que mostraram uma coragem extraordinária ao intervirem fisicamente.»

Boris Johnson salientou ainda que «já há muito» que considera que «é um erro permitir aos criminosos violentos saírem da prisão de maneira antecipada».

Ataques no Reino Unido

Neste mesmo local, em junho de 2017, uma camioneta atropelou várias pessoas, antes de os seus três ocupantes terem apunhalado transeuntes. O balanço deste ataque foi de oito mortos e meia centena de feridos.

Antes, em março desse ano, um homem lançou o seu carro contra a multidão na ponte de Westminster, antes de apunhalar mortalmente um polícia frente ao parlamento, provocando um total de cinco mortos.

Dois meses mais tarde, 22 pessoas, entre as quais várias crianças, foram mortas durante um ataque no fim de concerto de Ariana Grande, em Manchester.

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