Assassinou a ex-companheira e a filha de 17 meses

Um homem de 24 anos assassinou a ex-companheira, o atual namorado e a filha. A bebé, de 17 meses, foi a última a morrer e assistiu ao massacre.

Assassinou a ex-companheira e a filha de 17 meses

Um homem de 24 anos assassinou a ex-companheira, o atual namorado e a filha. A bebé, de 17 meses, foi a última a morrer e assistiu ao massacre.

Drew Atchison, morador no Missouri, nos EUA, assassinou três pessoas: Samara Kitts, de 23 anos, Harley Million, de 24 e Willa Million, de 17 meses. Foi detido e enfrenta pena de prisão perpétua. A bebé só foi morta dois dias depois da mãe e assistiu a toda a matança. O crime sangrento teve lugar em agosto de 2018 e vai agora começar a ser julgado. O suspeito ainda não explicou o que esteve na origem do crime. Os familiares das vítimas, contudo, acreditam que se tratou de um «ciúme doentio». Samara Kitts tinha refeito a vida ao lado de Harley Million, com quem teve uma filha. O agressor nunca aceitou o fim do relacionamento e mostrou maior agressividade depois de saber que a ex-companheira tinha sido mãe.

Assassinou e enterrou vítimas perto de autoestrada

Segundo o responsável pela polícia de Wayne, os cadáveres foram encontrados enterrados perto de uma autoestrada, a cerca de 50 quilómetros do local onde ocorreu o crime. Segundo declarações do próprio assassino confesso, foi Samara quem morreu primeiro. O suspeito manteve Harley Million até ao dia seguinte, na casa do casal, para que «sofresse a ver Samara a morrer devagar com balas». Harley acabou baleado na manhã seguinte ao crime e, segundo Harley, viu ambos a morrer. Também ela foi baleada. «Peguei na bebé nos braços e atirei. Tinha tentando duas vezes sem conseguir, mas foi o melhor para ela», contou.

«Esse monstro vai ser morto na prisão e com o mesmo sofrimento que a minha filha»

A detalhada e chocante descrição revoltou toda a comunidade, que exige pena de prisão perpétua para o homicida. A mãe de Samara, Christa Kitts escreveu deu longo testemunho, onde lamentou não se poder aplicar a pena de morte. «Se houver justiça neste mundo, esse monstro vai ser morto na prisão e com o mesmo sofrimento por que passaram a minha filha, a minha neta e o meu genro. Nunca perdoarei ter-me tirado os meus bens mais preciosos. A minha filha era uma pessoa doce. Nunca fez mal a ninguém. A minha neta era uma menina feliz e cheia de vida. Como pode alguém ser tão cruel?»

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