Andante e Lisboa Viva poderão servir para viajar de táxi no Porto e em Lisboa

Andante e Lisboa Viva permitirão viajar nos táxis em trajetos específicos nas áreas metropolitanas, em complemento ao autocarro e ao metro. A proposta está em discussão.

Andante e Lisboa Viva poderão servir para viajar de táxi no Porto e em Lisboa

Andante e Lisboa Viva poderão servir para viajar de táxi no Porto e em Lisboa

Andante e Lisboa Viva permitirão viajar nos táxis em trajetos específicos nas áreas metropolitanas, em complemento ao autocarro e ao metro. A proposta está em discussão.

Os passes Andante e Lisboa Viva poderão vir a ser usados em percursos específicos de táxi em breve, noticia em manchete a edição impressa do JN desta quinta-feira, 19 de novembro. Os clientes poderão usar estes títulos no Grande Porto e na Grande Lisboa em zonas que autocarros, metro e comboio não servem. A proposta reúne consenso do grupo de trabalho criado pelo Governo para modernizar o setor do táxi.

O debate, sob coordenação do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), é ainda consensual nas mudanças nas tarifas e nos contingentes, flexibilização da contratação de táxi, digitalização da oferta e novas de modalidades de prestação de serviço. Assim, aponta-se o caminho para a integração nas redes Andante e Lisboa Viva, para que o táxi possa cobrir “o segmento terminal das deslocações” onde a rede de transportes coletivos não dá resposta.

Andante e Lisboa Viva com “pacotes de serviços com pré-pagamento”

O “amplo consenso” – cita o jornal diário – será aprofundado com o debate no grupo que, além do IMT, integra associações que representam os taxistas (ANTRAL e Federação Portuguesa do Táxi) e elementos do Governo das pastas de Comércio, Turismo e Mobilidade, da Direção-Geral do Consumidor e autarcas. O relatório preliminar, já consultado pelo JN, propõe também a “venda de pacotes de serviços com pré-pagamento”, suportados “nos títulos de transporte como o Andante e o Lisboa Viva”.

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Cartão-refeição para viajar nos táxis

A hipótese passará pela aquisição de um pacote de títulos de viagem intermodais, descontáveis em percursos específicos de táxi. O cartão-refeição seria outra forma de pagar estes “pacotes de serviço”. Até agora, o uso deste tipo de cartão de débito está limitado à restauração e a compras em estabelecimentos comerciais que disponibilizam bens alimentares, não sendo admissíveis para aquisição de viagens nos transportes públicos. A proposta implicaria alterar a finalidade do cartão-refeição. O sistema tarifário, que não é alterado desde 2013, é uma das reivindicações das associações dos taxistas.

Clientes escolhem entre valor fixo ou contagem de taxímetro

Com a criação de um preço único intermunicipal por agregação de dois ou mais concelhos vizinhos, ter-se-ia de conceber novo tarifário para viagens em municípios onde não haja acordos. Desapareceriam, neste caso, as atuais tarifas 2, 3 e 5 e seria implementada uma tarifa progressiva, tendo em conta a distância da corrida. À semelhança do que sucede com o serviço de TVDE, aprofundar-se-ia a contratação de viagens através de aplicação de telemóvel (app) através de um regime tarifário específico. Na plataforma móvel dos táxis, surgirá um valor fixo para a corrida e o cliente escolheria entre pagar esse valor ou a contagem do taxímetro.

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