Algarve. Assassinas de Diogo andaram cinco dias com partes do corpo em carros

Mariana Fonseca e Maria Malveiro asfixiaram Diogo Gonçalves, decapitaram-no e esquartejaram o corpo. Depois atiraram o tronco para o mar, na zona de Sagres.

Algarve. Assassinas de Diogo andaram cinco dias com partes do corpo em carros

Algarve. Assassinas de Diogo andaram cinco dias com partes do corpo em carros

Mariana Fonseca e Maria Malveiro asfixiaram Diogo Gonçalves, decapitaram-no e esquartejaram o corpo. Depois atiraram o tronco para o mar, na zona de Sagres.

Tudo foi pensado ao pormenor. De acordo com o Correio da Manhã, Mariana Fonseca e Maria Malveiro asfixiaram Diogo Gonçalves, decapitaram-no e esquartejaram o corpo. Depois atiraram o tronco para o mar, na zona de Sagres. A cabeça, aos mãos e os pés do jovem andaram em dois carros durante cinco dias até que o casal de namoradas decidiu desfazer-se das mesmas na zona do Pego do Inferno, em Tavira. O crime macabro, só visto em filmes policiais, aconteceu em março, mas foi agora que as jovens foram acusadas pelo Ministério Público dos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, burla informática, acesso ilegítimo, furto, furto de uso de veículo, peculato e detenção de arma proibida.

Segundo a mesma publicação, que cita a acusação do Ministério Público, Maria, de 19 anos, e Mariana, de 23, delinearam o crime ao pormenor depois de saberem que o rapaz, de 21 anos, «tinha recebido uma indemnização de 70 mil euros pelo atropelamento da mãe».

Maria aproveitou-se do facto de Diogo ter uma paixão por ela e combinou um encontro na casa deste, em Algoz, a 20 de março. A jovem levou sedativos e abraçadeiras de plástico. Maria tentou asfixiá-lo e após duas tentativas Diogo sucumbiu. Cortaram-lhe os dedos e levaram o cadáver para a casa onde vivam, em Lagos. Durante a viagem, pararam em vários sítios e fizeram levantamentos com o cartão de Diogo. Depois, foram dormir. A 21 de março fizeram várias transferências bancárias usando os dedos do jovem para aceder ao telemóvel. O corpo de Diogo foi esquartejado durante a noite na garagem da casa. No dia seguinte atiraram o tronco ao mar e regressaram a casa com as restantes partes do cadáver. Só depois de cinco dias é que se desfizeram das restantes partes do corpo.

 

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