Adolescente matou e mutilou avós por causa de um carro arrisca pena máxima

Ministério Público pede 25 anos de cadeia, pena máxima permitida pela Lei portuguesa, para o adolescente de 17 anos que esfaqueou, mutilou e fotografou os avós depois de lhe ser negado usar o carro deles.

Adolescente matou e mutilou avós por causa de um carro arrisca pena máxima

Adolescente matou e mutilou avós por causa de um carro arrisca pena máxima

Ministério Público pede 25 anos de cadeia, pena máxima permitida pela Lei portuguesa, para o adolescente de 17 anos que esfaqueou, mutilou e fotografou os avós depois de lhe ser negado usar o carro deles.

O Ministério Público (MP) pediu na quarta-feira a pena máxima, 25 anos de prisão efetiva, para o adolescente de 17 anos que esfaqueou, mutilou e fotografou os avós por ter sido proibido de utilizar o carro dos idosos. No Tribunal de Setúbal, Lourenço Fernandes está acusado de crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver e furto, ocorridos em 1 de junho de 2020, em Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém.

Adolescente degolou e mutilou ambos os idosos

A primeira vítima foi a avó. O jovem pediu-lhe para usar o carro, mas Eduarda Fernandes, de 83 anos, não quis emprestar-lho. Lourenço espancou a idosa a soco e dirigiu-se à cozinha. Sacou de uma faca e assassinou a avó com dois golpes nas costas e outro no peito. Com a idosa caída, degolou-a e, de acordo com o MP, tentou tirar um olho à vítima. Guilherme Santos, de 74 anos, chegou entretanto e deparou-se com a mulher no chão. Tentou socorrê-la, mas, com a mulher ao colo, tentando reanimá-la, foi também esfaqueado. Lourenço desferiu três golpes no peito do avô

Limpou o local do crime e saiu com o carro dos avós

O idoso, tal como a mulher, foi degolado e mutilado. O homicida enrolou os cadáveres dos avós em mantas e arrastou-os para um anexo, colocando-os empilhados, onde os fotografou com o telemóvel. De seguida, regressou à habitação para limpar com lixívia o local onde cometera o crime. Por fim, abandonou a casa dos avós com o carro, indica a acusação do MP, que pede pena máxima.

LEIA AGORA
Freira de Famalicão nega escravizar noviças: "Elas não gostavam de trabalhar"
Freira de Famalicão nega escravizar noviças: “Elas não gostavam de trabalhar”
Freira de Famalicão julgada por escravidão nega no Tribunal de Guimarães que tenha infligido maus-tratos, castigos físicos, injúrias e longas jornadas de trabalho às noviças. (… continue a ler aqui)

Impala Instagram


RELACIONADOS