ADN de Ronaldo corresponde ao encontrado no corpo de Mayorga

O futebolista português cedeu uma amostra do seu ADN, no início deste ano, para dar continuação ao processo de investigação em que Mayorga o acusa de a violar.

ADN de Ronaldo corresponde ao encontrado no corpo de Mayorga

O futebolista português cedeu uma amostra do seu ADN, no início deste ano, para dar continuação ao processo de investigação em que Mayorga o acusa de a violar.

As amostras recolhidas do corpo de Kathryn Mayorga, após a alegada violação, em 2009, correspondem ao ADN de Cristiano Ronaldo, avança o jornal britânico The Sun. O futebolista português cedeu uma amostra do seu ADN, no início deste ano, para dar continuação ao processo de investigação em que Mayorga o acusa de a violar.

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Ronaldo confessou aos seus advogados que Mayorga disse «não» e «pára»

O The Sun teve acesso a uma troca de emails entre a polícia e os procuradores. Entre estes inclui-se uma mensagem de um detetive de Las Vegas que diz: «Já temos os resultados do ADN e são correspondentes». Num desses emails é também referido que Ronaldo confessou aos seus advogados que Mayorga disse «não» e «pára» durante o ato sexual.

A Procuradoria de Clark County, em Las Vegas, nos Estados Unidos, fez saber, em julho deste ano, que Cristiano Ronaldo foi ilibado das acusações de violação por parte de Kathryn Mayorga. As autoridades publicaram na altura, no Twitter, um documento que referia que «as alegações de violação sexual contra Ronaldo» não podiam ser «provadas por não serem suficientemente esclarecedoras».

Mayorga terá sido coagida a assinar um acordo de confidencialidade

Kathryn Mayorga acusa Ronaldo de a ter violado durante uma festa, num hotel de Las Vegas (estado norte-americano do Nevada), no dia 13 de junho de 2009. A queixosa denunciou a alegada violação à polícia de Las Vegas, tendo sido submetida a exame médico. Os advogados da alegada vítima afirmam que esta terá sido coagida a assinar um acordo de confidencialidade a troco de cerca de 325 mil euros (375 mil dólares). O processo foi reaberto em outubro do ano passado, depois de Mayorga ter apresentado novas informações sobre a alegada violação.

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