Mulher que matou noivo a tiro em hotel era acompanhante de luxo

Suspeita foi detida pela Polícia Militar quando tentava furtar uma carrinha para se colocar em fuga. Era acompanhante de luxo e confessou crime.

Mulher que matou noivo a tiro em hotel era acompanhante de luxo

Suspeita foi detida pela Polícia Militar quando tentava furtar uma carrinha para se colocar em fuga. Era acompanhante de luxo e confessou crime.

A mulher de 31 anos que matou o noivo, identificado como Jordan Guimarães Lombardi, de 39 anos, com um tiro no olho direito, na madrugada de quarta-feira num hotel de 5 estrelas em Park Way, era acompanhante de luxo quando conheceu o companheiro. De acordo com a polícia, Marcella Ellen e a vítima estavam sob efeito de drogas no momento dos disparos.

No perfil de um site de acompanhantes de luxo, Marcella descrevia-se como “culta e envolvente”. “Proporciono encontros maravilhosos de forma espontânea e liberal. Adoro a troca de beijos intensos e realizar fantasias.” No Instagram, tem mais de 50 mil seguidores, que a aplaudem em poses durante viagens de luxo no Dubai, na Alemanha, em França e nas Maldivas. A autora do crime é licenciada em Direito e estava num relacionamento com a vítima há dois anos.

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Na noite do crime, Marcella deu diversas coronhadas antes de efetuar o disparo no olho do noivo. A vítima era membro do alto escalão da McKinsey & Company, empresa de consultoria empresarial norte-americana. O casal vivia em Moema, bairro na cidade de São Paulo. Segundo o advogado Johnny Cleik, o casal regressava de São Paulo quando decidiu parar no hotel. “Consumiram droga desde segunda-feira. Cocaína, ecstasy… Ela e o noivo planeavam casar-se em janeiro.”

Cleik diz que o casal teve um surto psicótico. “Começaram uma discussão, ele agrediu-a, por causa de algumas fotos íntimas que não vamos divulgar. Ela apontou-lhe a arma e ele defendeu-se, agrediu-a e foi então que ela terá apertado o gatilho, depois de lhe ter dado algumas coronhadas”, relata. a polícia. Quando foi detida, confessou que matou o noivo. No momento da detenção, a suspeita tinha uma pistola calibre 380 e quatro munições correspondentes às que terão tirado a vida à vítima.

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