União Europeia reitera apelo a realização de novas eleições presidenciais na Venezuela

UE reiterou o pedido para a realização de novas eleições presidenciais na Venezuela, por não reconhecer o resultado do escrutínio que reconduziu o atual Presidente à frente do país.

União Europeia reitera apelo a realização de novas eleições presidenciais na Venezuela

União Europeia reitera apelo a realização de novas eleições presidenciais na Venezuela

UE reiterou o pedido para a realização de novas eleições presidenciais na Venezuela, por não reconhecer o resultado do escrutínio que reconduziu o atual Presidente à frente do país.

Bruxelas, 08 jan (Lusa) — A União Europeia (UE) reiterou hoje o pedido para a realização de novas eleições presidenciais na Venezuela, por não reconhecer o resultado do escrutínio que reconduziu o atual Presidente, Nicolás Maduro, à frente do país.

Questionada sobre a posse de Maduro para um novo mandato de seis anos, cerimónia agendada para quinta-feira em Caracas, a porta-voz da Comissão Europeia para a política externa, Maja Kocijancic, reiterou a posição de Bruxelas de que as eleições na Venezuela “não foram livres nem credíveis”.

A UE, reiterou a porta-voz, apela à realização de novas eleições na Venezuela e “ainda à libertação dos presos políticos, ao respeito pelo Estado de direito, os direitos humanos e as liberdades fundamentais”

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, vai prestar juramento para um novo mandado presidencial perante o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), ao invés da Assembleia Nacional (AN), anunciou o presidente da Assembleia Constituinte, Diosdado Cabello.

“A direção da Assembleia Nacional carece de legitimidade (…), por isso o Presidente da República, Nicolás Maduro, se ajuramentará perante o STJ, a 10 de janeiro”, escreveu na sua conta do Twitter o também vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, o partido do Governo).

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, Nicolás Maduro, foi reeleito para um novo mandado presidencial nas eleições antecipadas de 20 de maio de 2018, com 6.248.864 (67,84%) votos.

Um dia depois das eleições, a oposição venezuelana questionou os resultados alegando irregularidades e o não respeito pelos tratados de Direitos Humanos ou pela Constituição da Venezuela.

IG (FPG) // ANP

By Impala News / Lusa

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