Um em cada cinco desempregados no 1.º trimestre passaram a estar empregados no 2.º trimestre – INE

Cerca de um em cada cinco dos desempregados no primeiro trimestre, ou seja, 21,2% ou 65,3 mil, passaram a estar empregados, enquanto mais de metade, ou 56,5%, permaneceram sem trabalho, segundo dados do INE hoje divulgados.

Um em cada cinco desempregados no 1.º trimestre passaram a estar empregados no 2.º trimestre - INE

Um em cada cinco desempregados no 1.º trimestre passaram a estar empregados no 2.º trimestre – INE

Cerca de um em cada cinco dos desempregados no primeiro trimestre, ou seja, 21,2% ou 65,3 mil, passaram a estar empregados, enquanto mais de metade, ou 56,5%, permaneceram sem trabalho, segundo dados do INE hoje divulgados.

“Do total de pessoas que estavam desempregadas no 1.º trimestre de 2022, 56,5% (174,4 mil) permaneceram nesse estado no 2.º trimestre de 2022, 21,2% (65,3 mil) transitaram para o emprego e 22,3% (68,8 mil) transitaram para a inatividade”, resume a informação do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Aproximadamente um em cada três desempregados de curta duração (29,1% ou 48,3 mil) e uma em cada sete pessoas pertencentes à ‘força de trabalho potencial’ (14,3%; 23,7 mil) no 1.º trimestre deste ano transitaram para o emprego no 2.º trimestre.

De acordo com os dados do INE, no mesmo período, transitaram para um trabalho por conta de outrem 10,4% (75,0 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria no trimestre anterior.

No entanto, 1,8% (73,4 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta de outrem transitaram para um trabalho por conta própria.

O INE refere também que 18,1% (55,8 mil) das pessoas desempregadas transitaram para um trabalho por conta de outrem.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 1.º trimestre, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 20,6% (137,1 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 2.º trimestre de 2022.

Cerca de um em cada seis empregados a tempo parcial (17,0%; 65,9 mil) no 1.º trimestre de 2022 passou a trabalhar a tempo completo no 2.º trimestre de 2022.

O instituto acrescenta que a percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 1.º e o 2.º trimestres, mas que mudaram de emprego, diminuiu 0,1 pontos percentuais em relação aos últimos dois trimestres, fixando-se nos 3,5% (167,1 mil).

EA // SLX

By Impala News / Lusa

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