Madeira investe 136 ME em habitação digna

Região Autónoma da Madeira vai investir 136 ME no realojamento de mais de 1.100 famílias sem habitação digna e na recuperação de 300 habitações próprias, segundo o PRR de Portugal.

Madeira investe 136 ME em habitação digna

Madeira investe 136 ME em habitação digna

Região Autónoma da Madeira vai investir 136 ME no realojamento de mais de 1.100 famílias sem habitação digna e na recuperação de 300 habitações próprias, segundo o PRR de Portugal.

Lisboa, 16 fev 2021 (Lusa) — A Região Autónoma da Madeira vai investir 136 milhões de euros no realojamento de mais de 1.100 famílias sem habitação digna e na recuperação de 300 habitações próprias, segundo o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de Portugal.

“A Região Autónoma da Madeira desenvolveu a sua Estratégia Regional de Habitação 2030 assente na visão ‘habitação condigna a todos os habitantes na região’, que ambiciona a coesão social e a igualdade de oportunidades no acesso à habitação”, lê-se no documento, hoje colocado em consulta pública.

Com este investimento, a RAM pretende reduzir, até 2026, “carências habitacionais diagnosticadas” em 29% das famílias, “através do realojamento de 1.422 famílias”.

No âmbito deste plano, a RAM vai realojar 1.122 famílias em novas habitações sociais e apoiar a reabilitação de 300 habitações próprias.

O Plano de Recuperação e Resiliência de Portugal, para aceder às verbas comunitárias pós-crise da covid-19, prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, num total de 13,9 mil milhões de euros em subvenções.

Depois de um rascunho apresentado à Comissão Europeia em outubro passado e de um processo de conversações com Bruxelas, o Governo português colocou hoje a versão preliminar e resumida do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em consulta pública, no qual estipula “19 componentes, que integram por sua vez 36 reformas e 77 investimentos”.

O executivo justifica que, “com base no diagnóstico de necessidades e dos desafios”, foram definidas três “dimensões estruturantes” de aposta – a da resiliência, da transição climática e da transição digital -, às quais serão alocados 13,9 mil milhões de euros em subvenções a fundo perdido das verbas europeias pós-crise.

No documento, estão também previstos 2,7 mil milhões de euros em empréstimos, mas fonte do executivo garante que “ainda não está assegurado” que Portugal irá recorrer a esta vertente do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, o principal instrumento do novo Fundo de Recuperação da União Europeia.

Previsto está que a maior fatia (61%) das verbas do PRR se destine à área da resiliência, num total de 8,5 mil milhões de euros em subvenções e de 2,4 mil milhões de euros em empréstimos.

 

 

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