Europa tem 290.000 postos de trabalho por ocupar em cibersegurança

A eurodeputada Maria Manuel Leitão Marques disse hoje que a União Europeia tem 290.000 postos de trabalho por ocupar em cibersegurança, que é “um ingrediente indispensável em toda a receita da digitalização”.

Europa tem 290.000 postos de trabalho por ocupar em cibersegurança

Europa tem 290.000 postos de trabalho por ocupar em cibersegurança

A eurodeputada Maria Manuel Leitão Marques disse hoje que a União Europeia tem 290.000 postos de trabalho por ocupar em cibersegurança, que é “um ingrediente indispensável em toda a receita da digitalização”.

A eurodeputada Maria Manuel Leitão Marques disse hoje que a União Europeia tem 290.000 postos de trabalho por ocupar em cibersegurança, que é “um ingrediente indispensável em toda a receita da digitalização”.

“Só para a cibersegurança temos 290.000 postos de trabalho por ocupar na União Europeia, neste momento, [e] a cibersegurança é um ingrediente indispensável em toda a receita da digitalização”, afirmou a eurodeputada socialista, que falava na conferência “Guia de viagem a uma economia competitiva”, organizada pelo IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação e pelo Ministério da Economia e da Transição Digital, no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia (UE).

Maria Manuel Leitão Marques participava num painel com o tema “A Fronteira Verde e Digital”, juntamente com o presidente executivo da Feedzai, Nuno Sebastião, e a especialista e coordenadora do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), Sofia Santos.

Para a eurodeputada, o “ingrediente” mais importante para a transição digital são as pessoas, com competências digitais para as empresas e para o setor público.

Os restantes “ingredientes”, disse, incluem também a conectividade — onde “a questão do 5G pode ser crítica” – e o tratamento de dados, que significa criar ‘standards’ europeus para os manter seguros e protegidos ‘online’ e ‘offline’.

A eurodeputada sublinhou ainda que as transições ‘verde’ e digital, que a Europa está a discutir e que assumem um papel de destaque no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), “têm de ser amigas uma da outra”.

“O digital tem de ajudar o ‘verde’. […] Mas o digital também tem de ser mais ‘verde’, nomeadamente no consumo de energia”, defendeu, dando o exemplo do supercomputador “Bob” que foi instalado no Vale do Ave, pelo Centro de Computação Avançada do Minho, e que exigiu a criação de uma comunidade de energia renovável à sua volta.

Por sua vez, Sofia Santos considerou que os esforços que estão a ser feitos no sentido de uma transição climática colocam a UE “no bom caminho”, mas ” é preciso fazer muito mais”, nomeadamente criar uma política fiscal ‘verde’, que incentive o “bom comportamento” das empresas e que não seja exclusivamente penalizadora.

 

 

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