Ucrânia: Tropas russas e separatistas controlam central termoelétrica de Svetlodarsk

As tropas russas e as milícias separatistas russófonas de Donetsk e Lugansk ocuparam hoje a central termoelétrica da cidade ucraniana de Svetlodarsk, situada no leste da província de Donetsk, na região do Donbass.

Ucrânia: Tropas russas e separatistas controlam central termoelétrica de Svetlodarsk

Ucrânia: Tropas russas e separatistas controlam central termoelétrica de Svetlodarsk

As tropas russas e as milícias separatistas russófonas de Donetsk e Lugansk ocuparam hoje a central termoelétrica da cidade ucraniana de Svetlodarsk, situada no leste da província de Donetsk, na região do Donbass.

Em declarações à agência noticiosa russa TASS, Igor Zajarevich, responsável municipal da localidade vizinha de Debaltsevo, indicou que a central “é uma das maiores da Europa” e admitiu que “vai levar tempo para restabelecer a ordem”.

Zajarevich advertiu que os responsáveis russos que forem enviados para assegurar o controlo da central podem deparar-se com “todo o género de surpresas” no local, incluindo os corpos de soldados ucranianos que se encontravam naquela infraestrutura.

Desde o início da guerra que as forças russas têm concentrado parte dos seus esforços no controlo das centrais energéticas da Ucrânia.

As centrais de Azovstal, em Mariupol, e de Azot, em Severodonetsk, converteram-se em palcos de batalha com as tropas ucranianas a utilizarem as estruturas como refúgio e zonas de resistência, enquanto as forças russas e milícias locais cercavam esses locais estratégicos, que acabaram por controlar.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro e a ofensiva militar já matou mais de 5.100 civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A ofensiva militar russa causou a fuga de mais de 16 milhões de pessoas, das quais mais de 5,9 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

PCR // SCA

By Impala News / Lusa

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