Pelo menos 9 civis mortos por bombardeamentos russos na Ucrânia

Pelo menos nove civis morreram hoje na sequência de bombardeamentos do exército russo no leste e sul da Ucrânia, anunciaram as autoridades locais.

Pelo menos 9 civis mortos por bombardeamentos russos na Ucrânia

Pelo menos 9 civis mortos por bombardeamentos russos na Ucrânia

Pelo menos nove civis morreram hoje na sequência de bombardeamentos do exército russo no leste e sul da Ucrânia, anunciaram as autoridades locais.

De acordo com informações do governador da região de Lugansk (leste da Ucrânia), Sergey Gadai, três civis morreram debaixo de escombros de um prédio atingido por um bombardeamento na cidade de Popasna, para onde tinham fugido a fim de, segundo a mesma fonte, “se proteger de mísseis russos”.

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Um outro bombardeamento, que atingiu a cidade de Kharkiv (também no leste), a segunda maior da Ucrânia, matou três pessoas e deixou sete feridas, duas delas com gravidade, anunciou o governador regional, Oleg Synegoubov, apelando aos moradores para terem “muito cuidado e, se possível, não saírem dos abrigos”. Outros dois civis foram mortos e seis ficaram feridos na região de Donetsk, segundo o governador, Pavlo Kyrylenko. “Em Avdiivka, tropas russas realizaram ataques aéreos. O hospital central, uma escola e prédios de apartamentos foram atingidos”, disse.

Por fim, em Zaporijia, no sul do país, os ataques deixaram pelo menos um morto e um ferido, segundo a administração regional, que referiram que dois mísseis teleguiados russos atingiram, hoje de manhã, uma empresa na cidade. “O terceiro míssil explodiu em voo. A infraestrutura foi destruída”, acrescentaram.

A Rússia lançou, em 24 de fevereiro, uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior. A ofensiva militar causou já a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, mais de 5 milhões das quais para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU — a pior crise de refugiados na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945).

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